sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS




1 Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. 2 Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. 3 As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; 4 no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. 5 E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. 6 Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! 7 Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. 8 E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. 9 Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. 10 E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. 11 Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! 12 Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço. 13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.
S. Mt 25: 1-13


Antes de entrarmos com o comentário da parábola, temos que entender como funcionava o casamento na época de Jesus.

NOIVADO

Os noivados no tempo Bíblico eram mais exigente do que os noivados da sociedade contemporânea. O homem assim comprometido com uma mulher, embora não estivesse ainda casado, fica isento do serviço militar(Dt 20:7). Se uma moça noiva fosse estuprada por outro homem, não poderia torna-se esposa deste, como seria normalmente o caso (Dt 22:28,29), por já pertencer ao seu futuro marido. Tal violação envolvia pena de morte(Dt22:23-27).

CASAMENTO

O casamento em si continha várias partes importantes. A cerimônia era essencialmente não-religiosa, a não ser por uma benção pronunciada sobre o casal(“ Ó nossa irmã, sejas tu em milhares de milhares, e que a tua semente possua a porta de seus aborrecedores!” Gn 24:60). O casamento envolvia o preparo e a aprovação de um contrato legal. Isso continua existindo no casamento Judeu até hoje. Alguns Cristãos podem ficar surpresos ao saber que só recentemente foi exigida a presença de um rabino ou sacerdote nas bodas.
O casamento também envolvia os trajes a serem usados. A noiva praticamente adornada como uma rainha(veja Ap 21:2).Depois de banhada, ela tinha os cabelos trançados com todas as pedras preciosas que a família possuía ou podia tomar emprestado(Sl 45:14,15; Is 61:10 ; Ez 16,11,12). As moças que a ajudavam a vestir-se, permaneciam a seu lado como “companheiras” . O noivo também se vestia com elegância e se adornava com jóias(Is 61:10), sendo acompanhado pelo “amigo do noivo”(Jo3:29). Os trajes das núpcias eram tão importantes que se tornavam inesquecíveis(Jr2:32). A noiva e o noivo pareciam e agiam como rei e rainha.

Outro elemento importante do casamento era a procissão no fim do dia. O noivo saía de sua casa para buscar a noiva na casa dos pais dela. Nesse ponto, a noiva usava um véu. Em algum ponto o véu era retirado e colocado no ombro do noivo, e feita a seguinte declaração: “ O governo estará sobre seus ombros”. A procissão deixava então a casa da noiva e seguia para casa do casal, e a estrada escura era iluminada por lâmpadas a óleo carregadas pelos convidados. Na história contada por Jesus, os noivos demoraram mais do que o esperado, de modo que o azeite nas lâmpadas começou a acabar. Só os que tinham levado um frasco de óleo com reserva puderam reabastecer suas lâmpadas e dar as boas-vindas aos noivos(Mt 25:1-13, especialmente vv.8,9). Havia canções e música ao longo do caminho (Jr 16:9) e algumas vezes a própria noiva participava da dança (Ct 6:13). As festas no geral duravam sete dias(Jz 14:12), ou talvez até mais. Os convidados estavam ali para testemunhar que o casamento havia sido consumado.

COMENTÁRIO DA PARÁBOLA
Uma comparação entre 25.13 e 24.42, 44 mostra claramente que existe uma estreita conexão entre essa parábola e a imediatamente precedente. Ambas enfatizam a necessidade de se estar preparado em todo tempo para a vinda do Noivo, Jesus Cristo. Como as dez “virgens” da parábola tinham a obrigação de estar bem preparadas para encontrar com o noivo, assim também todos os que professam Jesus como seu Senhor e Salvador devem estar prontos a recebê-lo quando de seu regresso ele introduzir” o reino do céu”.
As dez são iguais em muitos aspectos. Todas tencionavam encontrar o noivo e escoltá-lo ao lugar onde as festividades deveriam se realizar. Todas possuem lâmpadas. Todas estão esperando o noivo chegar antes que chegue um novo dia, mas nenhuma delas sabe a que hora ele chegará. Todas esperam tomar parte na festa nupcial. Quando o noivo tarda, todas as dez moças adormecem, e desse sono todas despertam. Ainda, porém, que as dez sejam semelhantes umas às outras em muitos pontos externos, sua dessemelhança é ainda mais notável. É básica. É o que realmente conta: cinco eram insensatas; cinco eram prudentes. A insensatez do primeiro grupo é considerada no fato de que estavam totalmente despreparadas para o encontro com o noivo; porque, embora tivessem levado suas lâmpadas, não haviam levado óleo. Todas as moças agora realmente despertas, atiçaram o lume de suas lâmpadas. Tentaram fazê-las brilhar com o máximo de iluminação e beleza. Por um instante tudo parecia bem. Um pavio que não está ainda completamente seco pode arder com intenso brilho por alguns segundos. Não obstante, depois disso, uma vez que as moças insensatas não haviam levado consigo nenhum óleo, suas lâmpadas começaram a tremular, e a crepitar, e a expirar, resultando no agonizante apelo de suas proprietárias dirigido às suas parceiras mais sábias: “Dêem-nos um pouco de seu óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando”. Certas passagens da Escritura estão permeadas de um fundo patético, com profundo senso de tragédia. Pense, por exemplo, em 2 Samuel 18.33:”Meu filho absalão...meu filho absalão... meu filho absalão...” Da mesma forma os “nunca mais”, no final das seis linhas de Apocalipse 18.21-23 a. E assim aqui: quando o noivo chega, as que estão prontas entram. As outras, nunca mais, pois ao chegarem descobre que a porta está fechada. Cf. Lucas 13.25.
Uma vez havendo estudado a parábola e havendo fixado nossa atenção em sua lição principal, isto é, a necessidade preparação constante, coração e vida sempre consagrados ao Senhor aqui e agora, estamos qualificados a perguntar: “Em consonância com essa aplicação principal, quais são algumas verdades subordinadas aqui?” Provavelmente as seguintes:
a) Todos os que professam crer no Senhor Jesus Cristo se assemelham em muitos aspectos; especialmente neste: que todos estão em vias de encontrar com o noivo, Jesus Cristo. Ver Mateus 25.1.
b) As semelhanças são, não obstante superficiais. Existe diferença essencial. Certamente nem todos os que lêem a Bíblia, assistem e até mesmo pertencem a uma igreja, cantam hinos de salvação, fazem púbica profissão de fé, ainda pregam em nome de Cristo, tomarão parte nas bênçãos do regresso de Cristo. Alguns são sábios. Religião com eles não é mera máscara e fingimento. Crêem estar preparados pela fé no Salvador e sua vida é dedicada a ele, e portanto ao Deus Triúno. Outros são insensatos. “Possuem uma forma de piedade, porém negam seu poder”(2Tm 3.5; cf. Mt 7.22,23). E assim, despreparados, viajam ao encontro do Juiz. Ver Mateus 25.2-4.
c) Transcorrerá um longo período entre a primeira vinda e segunda. Ver Mateus 25.5; e sobre 24.9, 14; 25.19.
d) O regresso do Senhor será repentino. Mateus 25.6; e sobre 24.31.
e) A apresentação não é transferível de uma pessoa para outra. Ver Mateus 25.7-9; Provérbio 9.12; Gálatas 6.3-5.
f) Para quem não estiver pronto – isto é, para os não-salvos antes de morrerem, e para os que em sua condição de não-salvos sobreviverem na terra até ao regresso de Cristo – não haverá “segunda chance”. Ver Mateus 25.10-12; também 7.22,23; 10.32,33; 24.37-42; 25.34-46; 2 Coríntios 5.9,10; Gálatas 6.7, 8; 2 Tessalonicensse 1.8,9; Hebreus 9.27.
g) Portanto – e em vista do fato de o momento do regresso de Cristo ser desconhecido - , requer-se vigilância em todo o tempo. Ver Mateus 25.13; também Salmo 95.7, 8;2 2 Corintios 6.2. Não é certo se o “óleo” nessa parábola tem ou não um sentido simbólico. Se tem, então o Espírito Santo, por meio de cujo o poder transformador e capacitador os homens são preparados para receber o Noivo. Ver Mateus 25.2-4; e cf. Isaías 61.1; Zacarias 4.1-6; 2 Tessalonicensses 2.13.

bibliogafia:
Usos e costumes do tempo Bíblico
comnetário do novo testamento (Mateus) volume 2 William Hendriksen
Paulo Brandão

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

HOMENAGEM AO ANO DA BÍBLIA


Os cristãos de todos os tempos têm reconhecido que a Bíblia é um livro
singular. A Bíblia é, ao mesmo tempo, o livro mais humano e divino de toda a literatura mundial. Por um lado, a Bíblia retrata o ser humano com todas as suas potencialidades e limitações, inclusive em sua degradação mais profunda. E ela faz isso através dos mais variados gêneros literários que a genialidade humana foi capaz de criar, desde a epopéia, a narrativa histórica e a dramaturgia até a poesia lírica e a literatura apocalíptica. Por outro lado, a Bíblia traz o testemunho de que é a palavra “inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”, na qual temos “a vida eterna”, pois é ela que testifica do Salvador Jesus Cristo (2Tm 3.16; Jo 5.39; cf. Jo 20.30-31).
Por isso mesmo, em todo o mundo, não pára de haver experiências pessoais em que a mera leitura ou audição da Bíblia leva o ser humano a confrontar-se com as suas limitações mais profundas e a perceber o amor de Deus, revelado em sua forma mais dramática na entrega de Jesus Cristo ao sofrimento e à morte. Com isso, acende-se nele a esperança num Deus que se compadece e perdoa, dando início a uma vida de mudança radical em relação aos que o cercam e que, ao final, ultrapassa os limites da morte. Isso acontece porque, pela ação poderosa do Espírito de Deus, “a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4.12; cf. Rm 15.4).

A BÍBLIA

Bíblia é uma palavra de origem grega que significa “livros”. Daí que se deu o título Bíblia à coleção dos livros que, sendo de diversas origens, extensão e conteúdo, estão essencialmente unidos pelo significado religioso que têm para o povo de Israel e para todo o mundo cristão: unidade e diversidade que não se opõem entre si, mas que se complementam para dar à Bíblia o seu especialíssimo caráter.
Diversidade de designações
Desde tempos remotos, este livro sem igual tem sido conhecido com diferentes designações. Assim, os judeus, para os quais a Bíblia somente consta da parte que os cristãos conhecem como o Antigo Testamento, referem-se a ela como Lei, Profetas e Escritos (Lc 24.44), termos representativos de cada um dos blocos em que, para o Judaísmo, se divide o texto bíblico transmitido na língua hebraica:
(a) Lei (hebr. torah), que compreende os cinco primeiros livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio
(b) Profetas (hebr. nebiim), agrupados em:Profetas anteriores: Josué, Juízes, 1 e 2Samuel, 1 e 2Reis;Profetas posteriores: Isaías, Jeremias, Ezequiel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias
(c) Escritos (hebr. ketubim): Jó, Salmos, Provérbios, Rute, Cântico dos Cânticos, Eclesiastes, Lamentações, Ester, Daniel, Esdras, Neemias, 1 e 2Crônicas
O título referido, Lei, Profetas e Escritos, aparece reduzido em ocasiões como a Lei e os Profetas (cf. Mt 5.17) ou, de modo mais singelo, a Lei (cf. Jo 10.34).
No Cristianismo, com a incorporação dos livros do Novo Testamento e justamente a partir da maneira que ali são citadas passagens do Antigo, é comum referir-se à Bíblia como as Sagradas Escrituras ou, de forma alternativa, como a Sagrada Escritura, as Escrituras ou a Escritura (cf. Mt 21.42; Jo 5.39; Rm 1.2). Freqüentemente, com essa última designação mais breve, faz-se referência a alguma passagem bíblica concreta (cf. Mc 12.10; Jo 19.24).
As locuções Antigo Testamento e Novo Testamento, respectivamente, no seu sentido de títulos respectivos da primeira e da segunda parte da Bíblia, começaram a ser utilizadas entre os cristãos no final do séc.II d.C. com base em textos como 2Co 3.14. A palavra “testamento” representa aqui a aliança ou pacto que Deus estabelece com o seu povo: em primeiro lugar, a aliança com Israel (cf. Êx 24.8; Sl 106.45); depois, a nova aliança anunciada pelos profetas e selada com o sangue de Jesus Cristo (cf. Jr 31.31-34; Mt 26.28; Hb 10.29).


Classificação dos livros da Bíblia

Os livros da Bíblia nem sempre são classificados na mesma ordem. Ainda hoje aparecem dispostos de maneiras distintas, seguindo para isso os critérios sustentados a esse respeito por diferentes tradições.
A versão de João Ferreira de Almeida, em todas as suas edições, tem-se sujeitado à norma de ordenar os livros de acordo com o seu caráter e conteúdo, na seguinte forma:
Antigo Testamento
(a) Literatura histórico-narrativa: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 e 2Samuel, 1 e 2Reis, 1 e 2Crônicas, Esdras, Neemias, Ester
(b) Literatura poética e sapiencial (ou de sabedoria): Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos
(c) Literatura profética:Profetas maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, DanielProfetas menores: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias
Novo Testamento
(a) Literatura histórico-narrativa:Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas, JoãoAtos dos Apóstolos
(b) Literatura epistolar:Epístolas paulinas: Romanos, 1 e 2Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2Tessalonicenses, 1 e 2Timóteo, Tito, FilemomEpístola aos HebreusEpístolas universais: Tiago, 1 e 2Pedro, 1, 2 e 3João, Judas
(c) Literatura apocalíptica: Apocalipse (ou Revelação) de João
A formação da Bíblia
Para compreender os distintos aspectos do processo de formação deste conjunto de livros que chamamos de Bíblia, é necessário atentar para o fato básico da sua divisão em duas grandes partes indissoluvelmente vinculadas entre si por razões culturais e espirituais: o Antigo Testamento e o Novo Testamento.
O Antigo Testamento recolhe e transmite a experiência religiosa do povo israelita desde as suas origens até a vinda de Jesus Cristo. Os livros que o compõem são o testemunho permanente da fé Israelita no único e verdadeiro Deus, Criador do universo. É o Deus que quis revelar-se de maneira especial na história do seu povo, guiando-o com a sua Lei, beneficiando-o com a aliança da sua graça e fazendo-o objeto das suas promessas. Passo a passo, Deus converteu o seu povo numa nação unida pela fé, sustentou-a e, em todo tempo, mostrou o caminho da justiça e santidade que devia seguir para que não perdesse a sua identidade como povo escolhido. Assim, o Antigo Testamento documenta a história de Israel desde a perspectiva do sentimento religioso, mantém viva a expressão de adoração da sua fé através do culto e recolhe as instruções dos seus profetas e as inspiradas reflexões dos seus sábios e poetas.
O Novo Testamento é a referência definitiva da fé cristã. Nele, se encontram consignados os acontecimentos que deram origem à Igreja de Jesus Cristo, o Filho eterno de Deus. Os Evangelhos narram o nascimento de Jesus no tempo do rei Herodes, os seus atos e ensinamentos, a sua morte numa cruz por ordem de Pôncio Pilatos, governador da Judéia, e a sua ressurreição, depois da qual manifestou-se vivo àqueles que havia antes escolhido para que anunciassem a mensagem universal da salvação.
Está também no Novo Testamento o relato dos primeiros movimentos de expansão da fé cristã, como viveram e atuaram os primeiros discípulos e apóstolos, como nasceram e se desenvolveram as primeiras comunidades e como o Espírito Santo impulsionou os cristãos de então a darem testemunho da sua esperança em Jesus Cristo para todas as raças, nações e culturas.
O processo de redigir, selecionar e compilar os textos da Bíblia prolongou-se pelo espaço de muitos séculos. Com o decorrer dos anos, foram desaparecendo os dados relativos à origem de grande parte dos livros, isto é, o momento em que os relatos e ensinamentos foram fixados por escrito, os quais até então e talvez durante muitas gerações tinham sido transmitidos oralmente.
Por outro lado, nesse longo e complexo processo de formação, é muito difícil e até mesmo impossível fixar os autores. Isso ocorre especialmente nos casos em que foram vários redatores que escreveram textos, os quais, posteriormente, foram compilados num único livro ou quando também, na composição da literatura bíblica, são utilizados ou incluídos documentos da época (p.ex., Nm 21.14; Js 10.13; Jd 14-15).


Valor religioso da Bíblia

A Bíblia é, sem dúvida, um dos mais apreciados legados literários da humanidade. Contudo, o seu verdadeiro valor não se firma de maneira substancial no fato literário. A riqueza da Bíblia consiste no caráter essencialmente religioso da sua mensagem, que a transforma no livro sagrado por excelência, tanto para o povo de Israel quanto para a Igreja cristã.
Nessa coleção de livros, a Lei se apresenta como uma ordenação divina (Êx 20; Sl 119), os Profetas têm a consciência de serem portadores de mensagens da parte de Deus (Is 6; Jr 1.2; Ez 2—3) e os Escritos ensinam que a verdadeira sabedoria encontra em Deus a sua origem (Pv 8.22-31).
Esses valores religiosos aparecem não só no título de Sagradas Escrituras, mas também na forma que Jesus e, em geral, os autores do Novo Testamento se referem ao Antigo, isto é, aos textos bíblicos escritos em épocas precedentes. Isso ocorre, p. ex., quando lemos que Deus fala por meio dos profetas ou por meio de algum dos outros livros (cf. Mt 1.22; 2.15; Rm 1.2; 1Co 9.9) ou quando os profetas aparecem como aquelas pessoas mediante as quais “se diz” algo ou “se anuncia” algum acontecimento, forma hebraica de expressar que é o próprio Deus quem diz ou anuncia (cf. Mt 2.17; 3.3; 4.14); também quando se afirma a permanente autoridade das Escrituras (Mt 5.17-18; Jo 10.35; At 23.5), ou quando as relaciona especialmente com a ação do Espírito Santo (cf. At 1.16; 28.25). Formas magistrais de expressar a convicção comum a todos os cristãos em relação ao valor das Escrituras são encontradas em passagens como 2Tm 3.15-17 e 2Pe 1.19-21.
A Igreja cristã, desde as suas origens, tem descoberto na mensagem do evangelho o mesmo valor da palavra de Deus e a mesma autoridade do Antigo Testamento (Mc 16.15-16; Lc 1.1-4; Jo 20.31; 1Ts 2.13). Por isso, em 2Pe 3.16, se equiparam as epístolas de “nosso amado irmão Paulo” (
v. 15) às “demais Escrituras”. Gradativamente, a partir do séc. II d.C., foi sendo reconhecida aos 27 livros que formam o Novo Testamento a sua categoria de livros sagrados e, em conseqüência, a plenitude da sua autoridade definitiva e o seu valor religioso.
Tal reconhecimento, que implica o próprio tempo da presença, direção e inspiração do Espírito Santo na formação das Escrituras, não descarta, em absoluto, a atividade física e criativa das pessoas que redigiram os textos. Elas mesmas se referem a essa atividade em diversas ocasiões (Ec 1.13; Lc 1.1-4; 1Co 15.1-3,11; Gl 6.11). A presença de numerosos autores materiais é, precisamente, a causa da extraordinária riqueza de línguas, estilos, gêneros literários, conceitos culturais e reflexões teológicas que caracterizam a Bíblia.



Fonte: Biblioteca Digital da Bíblia Libronix; sociedade Bíblica do Brasil.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

PEDAGOGIA "O ENSINO"

PEDAGOGIA
Pedagogia é a arte e a ciência de ensinar e educar. São processos e técnicas de ensinar a infância, explorando as leis psicológicas que regem o crescimento e comportamento do ser humano.
Essas técnicas que comunicam a mensagem, modernizam-se constantemente para atingirem maior número de alunos em menos tempo e do melhor modo possível pedagogicamente. Enquanto isso, a mensagem da Palavra de Deus não deve jamais mudar.

I. QUE É ENSINO

No conceito moderno, ensinar não é apenas transmitir conhecimentos, mas também promover aprendizagem por parte do aluno. Essa aprendizagem não pode ser forçada nem introduzida no educando como ato de vestir uma peça de roupa.

Portanto, ensinar não é apenas ler ou falar diante de uma classe, mas primeiro despertar, motivar e interessar a mente do aluno e em seguida dirigi-la no processo de aprendizado. Não pode haver real ensino sem aprendizagem por parte do aluno.
A palavra "educar" é derivada de uma outra que literalmente significa: "conduzir para fora" (Aristóteles). Com isso conclui-se que o professor é aquele que conduz o aluno ao encontro das experiências da vida de tal forma que ele possa viver vitoriosa e sabiamente, diante de Deus e de seus semelhantes.
Analisando a Lei do ensino, podemos observar que: "para ser um professor eficiente, não basta dominar o conteúdo a ser ministrado, precisa-se conhecer também aqueles a quem se vai ensinar". A maneira como o aluno aprende deve determinar a forma como ensinamos. É a Lei do ensino. "A verdadeira função do professor é criar condições para que o aluno aprenda sozinho". (...) Ensinar de fato não é passar conhecimento, mas estimular o aluno à buscá-lo. (John Milton Gregory). Poderíamos até dizer que ensina melhor quem menos ensina.
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II. QUE É APRENDER

É o aluno pensar e agir por si próprio, sob orientação inicial. Há dois conceitos básicos de educação secular e religiosa:
a. Toda criança normal é:
1. fisicamente imatura - precisa crescer;
2. mentalmente ignorante - precisa aprender.

b. Aplicação espiritual:
1. espiritualmente imatura - precisa crescer (II Pe 3.18);
2. espiritualmente ignorante - precisa aprender (Mt 11.29).

O aluno normal:
1. aprende quando motivado, estimulado psicologicamente.
a. despertando para a realidade, aspirações.
b. consciência do despreparo.

2. aprende quando gosta.
a. escolha experimental (objetivamente).
b. Por efeito (subjetivamente) Mc 12.37.

3. aprende quando necessita.
a. funcionalmente;
b. futuramente.

4. aprende quando vê fazer. É o ensino pela demonstração - At 1.1.
a. observando;
b. motivando sua potencialidade e capacidade adormecida ou latente.

5. aprende quando faz.
a. fazendo - aprende-se;
b. repetindo - aprimora-se.
6. aprende quando há métodos certos de ensino.
7. Aprende quando investiga.
8. Aprende quando está interessado.
9. Aprende quando crê, confia:
a. em si mesmo;
b. em sua escola;
c. em seu professor.

10. aprende quando ora. Mt 8.17
11. aprende quando recebe atenção pessoal:
a. sendo conhecido;
b. sendo reconhecido.


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O PROFESSOR DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Divisa: Lc 6.40b "... todo aquele, porém, que for bem instruído será como seu mestre." RA.
"... porém, quando tiver terminado os estudos, o aluno ficará igual ao seu professor." BLH.
"... mas todo o que for perfeito será como o seu mestre." RC.

Introdução: "eficiência"

O professor eficiente é aquele que baseia seu ensino numa rica experiência de vida. Ninguém consegue ser um bom comunicador a partir de um arquivo intelectual vazio. Não podemos passar a outros aquilo que não possuímos.

Existe uma variedade de pessoas hoje que estão ministrando em nossas salas de aula sem o mínimo de dedicação, responsabilidade, sem o mínimo de compromisso com o ensino. Há aqueles que são vocacionados; há aqueles que estão ali por não haver outra pessoa para estar em seu lugar; são os famosos quebra-galhos. Estes na verdade não querem e não desejam ter um compromisso sério com o ensino bíblico.

De que lado você está atuando? Você é da esquerda ou direita? Têm responsabilidade ou é um irresponsável? É vocacionado ou não possuí nenhum vocação? Qual é a tua posição?
Na verdade, quem é o professor da Escola Dominical? Eis alguns pontos a serem considerados:

I. O PROFESSOR DA ESCOLA DOMINICAL

1. O Professor deve ser:
a. uma pessoa salva de modo completo;
b. membro de uma igreja;
c. de vida cristã correta e sadio na fé. (I Tm 3.2)

2. A posição espiritual do professor é:
a. posição de honra;
b. posição de responsabilidade. (Ez 33.8-9)

3. O Professor é dirigido por uma Lei:
a. precisa conhecer o que vai ensinar;
b. elementos necessários para uma relação de ensino eficiente são:
b.1. Professor b.2. Aluno b.3. Matéria.
c. três fatores que contribuem e que o professor precisa conhecer para estabelecer uma relação de ensino são:
c.1. Matéria c.2. Aluno c.3. Método.
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4. O ministério de ensino do professor:
a. Por que ensinas?
* por amor a Deus
* por gratidão a Deus;
* porque o Senhor ordenou. (Mt 28.19-20)

b. Qual é o teu propósito no ensino?
* ganhar almas para Jesus;
* desenvolver a espiritualidade dos alunos;
* treinar os alunos para o serviço do mestre.

c. O que ensinarás?
* a Bíblia.

d. A quem ensinarás?
* a homens;
* a mulheres;
* a crianças.

e. Como ensinarás?
* conhecendo a Cristo como Salvador e Rei;
* conhecendo a Bíblia;
* conhecendo a matéria;
* conhecendo o aluno (Psicologia de cada aluno);
* conhecendo a arte de ensinar (Pedagogia).

5. Os requisitos de um bom professor:

5.1. Preparo

a. espiritual (Ed 7.10; I Pe 3.15); ser cheio, controlado e movido pelo Espírito Santo (I Co 2.15; Gl 6.1). é ter o fruto do Espírito expresso em Gl 5.22-23. São nove as qualidades listadas como fruto do Espírito:
(a). as três primeiras dizem respeito ao relacionamento do cristão com Deus.

AMOR - Os textos neotestamentários apresentam o amor como sendo a origem, o sentido e a razão do existir cristão. Ágape é a palavra usada. E a melhor definição para esta palavra, tão abundantemente usada no Novo Testamento é: "a forma mais elevada e nobre de amor, que vê no objeto do amor algo infinitamente precioso." Desta forma, ágape aparece como algo importante nas relações entre Deus e o ser humano. Paulo diz que essa dádiva nos é dada pelo Espírito (Rm 5.5). diz também que o amor é dentre outras coisas, um Dom permanente, um meio de vitória na vida cristã, mais importante de todas as conquistas. (I Co 13)
ALEGRIA - O Espírito proporciona bens espirituais tão relevantes, que só poderiam proporcionar uma alegria, ou um gozo espiritual no mesmo nível. A constatação do salmista é confirmada no N.T., quando diz: "... na tua presença há plenitude de alegria..." RA. "... A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre". BLH. (Sl 16.11b). Jesus define com estas palavras o propósito da sua missão: (Jo 15.11).

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PAZ - Com o mesmo vigor, o relacionamento com Deus passa a ter sentido e produz profunda realidade a partir da paz, como realidade concreta do Espírito Santo. Paz "eirene" (ei.rh,nh) no NT traduz com segurança a palavra "Shalôm" (Mwolv\), no hebraico do AT, que significa: "tudo quanto contribui para o bem do ser humano - serenidade, tranqüilidade, o perfeito contentamento da vida totalmente feliz." O Espírito frutifica paz na medida em que aplica a obra vitoriosa, redentora e salvadora de Jesus Cristo, portanto, pelos seus exclusivos méritos.

(b) As três próximas qualidades do fruto do Espírito desenvolvem-se na vida do Cristão na esfera do seu relacionamento com o próximo:

LONGANIMIDADE - Expressa uma certa atitude para com as pessoas e eventos. Temos a palavra longanimidade, porque makros significa longa paciência, e thumos quer dizer ânimo ou disposição. Longanimidade (makroqumi,a), significa a paciência com as pessoas. É o espírito que nunca perde a paciência com as pessoas, nem a esperança para com elas; Deus é longanimo em relação ao ser humano - (II Pe 3.15); e desenvolve nele essa abençoada condição que permite suportar situações das mais desagradáveis com paciência - (Ef 4.12) e, assim, não vive com o dedo no gatilho da ira.

BENIGNIDADE - À vezes essa qualidade (crhsto,thj), é vista também sobre forma de atitudes ternas e gentis. Essa provém da realeza graciosa de Deus, porquanto é eternamente benigno. Em Tito 3.4, Paulo diz que a Salvação em Cristo concretiza-se por obra da benignidade de Deus. Essa virtude é definida como a dinâmica da bondade. O Espírito Santo produz essa qualidade divina na vida do cristão a fim de ser possível viver uma relação saudável com o seu próximo.

BONDADE - (ªªavgaqwsu,nh) Relacionada à qualidade anterior, a bondade é definida como sendo a qualidade própria daqueles que só desejam o que é bom, independente das circunstâncias. Os cheios de bondade estão entre os que representam os mais elevados valores éticos e morais. "Bom, no entender da Escritura Sagrada, significa: "ser como Deus" porque ele é o único que é perfeitamente bom. Uma coisa é ter padrões éticos elevados, outra coisa é a bondade que o Espírito Santo produz, que tem raízes em Deus.

(c) Os três últimos gomos restantes do fruto dizem respeito ao relacionamento do cristão consigo mesmo:


FIDELIDADE - pi,stij - é a palavra original no grego, e diz respeito à base de todo o conhecimento e experiência do cristão: confiança irrestrita em Deus, nas suas promessa e realizações; convicção e atitudes que tornam o indivíduo confiável. Pois, não há como enfrentar e vencer desafios e adversidades, tais como as aflições, as dúvidas, as fraquezas, o tempo, etc. O testemunho cristão, abençoado com essa virtude é aceito por ser bom, leal I Co 4.2; responsável Lc 12.42; 19.17, e que arrisca a própria vida pela causa de Cristo - Ap 2.10.


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MANSIDÃO (prau[thj) - Duas palavras associam-se inteligentemente: "força e suavidade." Equilibradamente, estas duas palavras denotam um sentimento e um caráter humilde e ao mesmo tempo sábio, seguro e forte. Mansidão está as vezes associada especificamente com o amor e as vezes com a disciplina. Mansidão para receber a palavra de Deus ou, então, para enfrentar a oposição à mesma. Jesus dá um convincente testemunho de mansidão diante dos seus opositores. Com a mesma sabedoria, Deus desenvolve essa preciosa qualidade através do seu Espírito. "Mansidão abriga uma força silenciosa que confunde os que a consideram fraqueza." (II Co 10.1,10)

DOMÍNIO PRÓPRIO - Este é o nono, também indispensável gomo do fruto do Espírito Santo. Quem não possuí essa qualidade expõe toda a sua vulnerabilidade e consequentemente, se compromete. O sentido neotestamentário faz coro com Pv 16.32, trata-se de um senhorio forte e suficiente para controlar pensamentos e impulsos. Paulo diz: (I Co 9.25).


b. Fidelidade no dever, ser disciplinado:
Sl 101.6; I Co 4.2

c. Ser Paciente
O nosso Deus é o "Deus da paciência" - Rm 15.5

d. Ser Dedicado
É o serviço feito da melhor maneira, é o zelo no trabalho - Ec 9.10.
e. Ser pontual
É chegar na hora, começar na hora, terminar na hora. Jesus sempre andava na hora - Jo 2.4.

f. As responsabilidades do professor:
1. para com Deus - I Tm 1.12;
2. para com a igreja - Ef 4.12;
3. para com a EBD - Rm 12.10;

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PROGRAMA DE UMA AULA
I. A LIÇÃO BÍBLICA

Professor, qual é a sua atitude diante da lição Bíblica que deve ser ensinada? Quando planeja aquela lição você pensa: "Ah! Não! Esta de novo! As crianças já conhecem esta lição". Ou você pensa: "Esta lição embora familiar, é uma ótima lembrança da fidelidade de Deus. Não vejo a hora de ensiná-la à meus alunos".

As atitudes do professor, influenciam muito o modo como ele dá aula. A questão é: "Como dar uma boa aula?"

1. Leitura, Oração e Meditação
Este é o primeiro passo. Professor , ore por você, sua classe e com seus alunos. Peça uma sabedoria especial à Deus para comunicar Sua palavra. A seguir, leia o texto Bíblico cuidadosamente, para que ensine fielmente (II Tm 2.15), o que a Bíblia diz. Enquanto lê, faça perguntas ao texto:
* Quem está envolvido nesta história?
* Como era aquela pessoa?
* O que esta lição ensina sobre Deus? Esta lição é importante, pois, quanto mais os alunos aprenderem sobre Deus, desejaram mais viver para Ele.
* Medite: "O que Deus que ensinar-me com esta lição?" Deixe Deus falar com você primeiro.
* Ao meditar nesta lição, que verso ler para os alunos diretamente da Bíblia?
* Como esta lição vai dar continuidade ao que já ensinei anteriormente?

2. Planeje Evangelizar os Alunos não Salvos
Os alunos não salvos da classe precisam ouvir a mensagem da Salvação e ter uma oportunidade de receber a Cristo como Salvador. Pensando nisso, ao ministrar sua aula, procure em alguns momentos, aplicar a Mensagem da Salvação.
* No relato da lição, ONDE há um bom momento para apresentar um atributo de Deus?
* ONDE ainda você poderá mostrar ao aluno a sua necessidade de um Salvador?
* QUAL seria a melhor oportunidade para apresentar a Obra de Cristo a levar o aluno a aceitar o Salvador?

3. Dê Alimento ao Aluno Salvo
O aluno convertido precisa ser desafiado a viver para Deus. O salvo deve saber e fazer o que é certo "Já que vocês conhecem esta verdade, serão felizes se a praticardes".(Jo 13.17 - BLH).
Planeje o ensino de acordo com as necessidades dos aluno. As necessidades são reveladas através da conduta dos alunos. Ao selecionar o ensino, tenha em mente: "é melhor ensinar claramente uma só verdade, do que tentar vinte pontos que os alunos não lembrar-se-ão". (I Co 14.19).

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4. Um Esboço para Seguir
Depois de estudar e ter em mente os fatos e lições espirituais, faça um esboço. O esboço é um plano de aula, que poderá ser escrito num pedaço de papel pequeno, para ser posto dentro da Bíblia. O esboço ajuda o professor a seguir uma ordem lógica e dá segurança ao ministrar sua lição. Se, eventualmente o professor se perder, poderá receber direção no esboço e seguir adiante.

O esboço pode ser dividido em 4 partes:
a. Começo: - deve ser envolvente. Varie os métodos usando ilustrações, perguntas, entrando diretamente na lição, usando suspense, etc.
b. Andamento: - use frases curtas em ordem lógica dos acontecimentos. Atenção - até a última frase do andamento, o ensino para p aluno salvo e a mensagem de salvação deverão estar intercalados.
c. Clímax: - deverá ser o ponto mais importante da aula.
d. Conclusão: - é o desfecho da aula e deve ser breve. Na conclusão também, podemos fazer o convite para aqueles alunos que não são salvos e que desejam aceitar a Cristo como Salvador.

5. Visuais: Prepare-os de Antemão
Para maior compreensão da lição, adquira visuais. Na medida do possível, varie semanalmente seus visuais: flanelógrafo; cartazes; marionetes; objetos; ou faça seus próprios visuais.

6. Treine a Voz
"Eu tenho novidades para vocês" - Diga esta frase quatro vezes. Primeiro como se estivesse triste; depois aborrecido; depois entusiasmado. Veja como a emoção e a forma como dizemos as coisas mudam o significado.
Quando estamos felizes ou entusiasmados, falamos mais rápido. Quando estamos tristes ou desanimados, nossa voz é mais lenta e mais suave.
Além disso, pense: há algumas perguntas específicas para fazer ao grupo? Posso pedir que leiam textos na Bíblia? Há alguma situação que poderíamos dramatizar?


7. Treine a Lição
Aproprie-se de tudo que já tem: "Esboço, ensino, visuais, etc., e vá para um lugar à parte e treine sua lição do início ao fim em voz alta.
O primeiro benefício disso diz respeito ao tempo. Uma boa lição pode ser dada em 45 minutos. Não prolongue a aula demais. Procure relacionar o texto áureo com a lição, aplicando-o na vida dos alunos. Mas não precisa decorar a lição - o Espírito Santo poderá usar uma palavra solta para alcançar a necessidade de alguém.
Tenha ainda o cuidado de ensinar a Palavra de Deus e não um texto preparado. Refira-se à Bíblia dizendo: "A Bíblia diz...".
Use também um linguagem sadia. Tome cuidado com gírias ou com vícios de linguagem como: "então"; crianças"; "vocês sabem, né"; "aí"; e etc.


8. Submeta tudo a Deus
A medida que for preparando, vá orando. Peça que "Deus abra os olhos, para que os alunos se convertam" (At 26.18). "Que os alunos estejam prontos par ouvir" (1.19); "Que transbordem no conhecimento" ( Cl 1.9).

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MÉTODOS DE ENSINO

INTRODUÇÃO

Ensinar é ajudar o aluno a aprender. É orientar, guiar e também instruir! Como ajudar o aluno a aprender é o cerne da questão. Como melhorar a aprendizagem?
O uso de bons métodos é uma das respostas. Mas, é bom lembrar que nenhum método é em si mesmo eficiente ou deficiente. A operação de qualquer método depende da situação total na qual é empregado. O professor, o aluno, a matéria, o método e a situação formam um todo unitário.

O método consiste no estabelecimento daquelas condições sobre as quais melhor se possa verificar o enriquecimento e controle da experiência. O método é pois, a utilização dos recursos feitos pelo professor, de modo que desperte o aluno para a atividade, ministrando-lhe orientação ao lidar com esses recursos, resultando no aprendizado.


I. O QUE DETERMINA A ESCOLHA DO MÉTODO
Há alguns fatores que determinam a escolha dos métodos, como:
I.1. Objetivo ou propósito da lição;
I.2. Habilidade do professor e do aluno;
I.3. O tamanho do grupo;
I.4. O tempo disponível;
I.5. Equipamentos necessários.


II. MÉTODO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS
Apesar do avanço das técnicas de dinâmica de grupo, muito se ensina ainda através de perguntas, quer como método especial; quer como elemento importante na composição de outros métodos.

1. Vantagens deste Método
1.a. Instrumento para orientar-se ao processo de ensino
1.b. Dá ao aluno oportunidade para investigar a verdade por si mesmo;
1.c. Aguça a curiosidade e estimula o interesse;
1.d. Leva o aluno a expressar sua própria idéia;
1.e. Ajuda o aluno a desenvolver o raciocínio crítico;
1.f. Oferece oportunidade para treinamento e revisão;
1.g. Possibilita o professor estabelecer e conservar o contato com a mente de cada aluno.

2. Técnicas de Perguntar
2.a. Devem ser formuladas de tal maneira que prenda o interesse de toda classe;
2.b. Devem ser feitas a modo de conversação;
2.c. Devem ser distribuídas de modo a que os alunos tenham oportunidade de aprender o mais igualmente possível;
2.d. Dar tempo suficiente para o aluno responder;
2.e. Devem ser feitas de modo a não sugerir respostas.

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3. As perguntas podem ser usadas para:
3.a. incentivar uma discussão sobre um tema conhecido;
3.b. apresentar um tema novo;
3.c. relacionar um tema bíblico com experiências pessoais;
3.d. analisar um problema pessoal sobre algum tema;
3.e. entrevistar um convidado no classe;
3.f. esclarecer os valores expressos pelas pessoas;
3.g. provocar uma explosão de idéias sobre algum problema ou assunto.


4. Tipos de Perguntas

Imaginação: Que faria você...? Como se sentiria...?

Raciocínio: Por que será que o rei Josias mandou destruir a casa dos rapazes escandalosos?

Memória: Para que País Moisés fugiu depois de matar o egípcio?
OBSERVAÇÃO
Os alunos também podem fazer as suas perguntas. O professor que puder ensinar respondendo perguntas, conseguirá mais do que formulando-as. Ele pode estimulá-las, sobre tudo revisando a lição anterior.

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PRELEÇÃO
É feito por uma pessoa diante de um auditório.
USE ESTE MÉTODO...

1. Ao dar uma informação;
2. Quando os alunos estiverem motivados;
3. Quando o orador tiver facilidade de expressão e domínio sobre o auditório;
4. Quando o grupo for muito grande e, por isso, tornar-se impossível o uso de outro método;
5. Para salientar ou adicionar mais alguma coisa aquilo que o aluno tenha lido;
6. Ao recapitular ou introduzir um assunto;
7. Quando os alunos estiverem à altura de compreender o vocabulário a ser usado.

VANTAGENS

1. Pode ser usado com adultos;
2. Poupa tempo;
3. Pode ser usado com grupos grandes;
4. Requer pouco uso de recursos audiovisuais;
5. Pode ser usado como complemento ao que foi lido;
6. Pode ser usado para introduzir e rever lições ou atividades.
LIMITAÇÕES

1. Impede a participação do aluno;
2. Poucos preletores são realmente bons oradores;
3. Requer do preletor profundo conhecimento da matéria;
4. Pode tornar-se cansativo;
5. O preletor pode impor suas idéias;
6. Não é próprio para usar com crianças;
7. Limita a retenção;
8. Faz uso, em geral de somente um sentido;
9. O preletor nem sempre pode julgar as reações do ouvinte.

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PAINEL - PARLAMENTO

É um tipo de painel que oferece a participação do Auditório.

USE ESTE MÉTODO...

1. Quando desejar apresentar um assunto e sentir a reação do auditório;
2. Quando quiser que um grupo participe de um discurso;
3. Para tratar de assuntos difíceis, antes de permitir a discussão pelo auditório;
4. Quando tiver tempo suficiente;
5. Quando desejar analisar as vantagens e desvantagens de uma solução para algum problema;
6. Quando puder contar com a participação de pessoas qualificadas;
7. Quando apresentar pontos de vista diferentes.

VANTAGENS


1. Permite a participação de todo grupo;
2. Oferece oportunidade para todos;
3. Permite que o auditório dialogue;
4. Canaliza a atenção;
5. Permite ventilar as opiniões dos que formam o painel;
6. Levanta problemas;
7. Apresenta pontos de vista diferentes.

LIMITAÇÕES


1. Consome bastante tempo;
2. Requer um moderador habilidoso;
3. Pode parecer ao auditório assunto incerrado;
4. Permite aos que participam do painel apresentarem preleções curtas ao invés de discussões;
5. O assunto principal pode ser facilmente desviado;
6. Os membros do auditório podem não Ter habilidades para fazer perguntas acertadas;
7. Permite aos membros mais faladores tomarem todo o tempo da discussão.

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DISCUSSÃO EM PAINEL

É uma conversação diante de um auditório sobre um tópico previamente selecionado; requer três ou mais participantes e um Líder.


USE ESTE MÉTODO...


1. Quando quiser apresentar pontos de vistas diferentes;
2. Quando houver pessoas qualificadas para formar o painel;
3. Quando o assunto principal for por demais complexo para ser discutido pelo grupo todo;
4. Quando for melhor para o auditório somente observar, mas, não discutir;
5. Quando quiser analisar as vantagens e desvantagens na solução de problemas;
6. Quando participantes do painel e orientador puder preparar-se para a discussão.

VANTAGENS

1. Estimula o pensamento;
2. Apresenta diferentes pontos de vista;
3. Suscita problemas;
4. Estimula analise;
5. Aproveita as pessoas mais qualificadas.

LIMITAÇÕES

1. O assunto principal pode ser desviado;
2. Possibilita aos participantes do painel falarem demais;
3. Não permite a participação de todos os membros do grupo;
4. Tem a tendência de tornar-se numa série de pequenas palestras;
5. Divide o auditório à proporção em que os ouvintes, vão se identificando com os participantes do painel;
6. Requer bastante tempo e preparação;
7. Requer um moderador habilidoso.


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DISCUSSÃO EM GRUPO


É uma troca de idéias previamente planejada, entre três ou mais pessoas, sobre um assunto selecionado e sobre a orientação de um Líder.


USE ESTE MÉTODO...

1. Quando desejar partilhar idéias;
2. Para estimular interesse em problemas;
3. Para ajudar pessoas a expressarem suas idéias;
4. Para identificar e examinar um problema;
5. Para criar um ambiente informal;
6. Para conseguir a participação de pessoas tímidas.

VANTAGENS

1. Dá oportunidade para troca de idéias;
2. É democrático;
3. Cria um espírito de equipe;
4. Amplia a visão;
5. Provê oportunidade de liderança;
6. Ajuda a desenvolver habilidade de liderança.

LIMITAÇÃO

1. Não pode ser usado com grandes grupos;
2. Os participantes das equipes podem ter informações limitadas;
3. A discussão é facilmente desviada;
4. Requer liderança habilidosa;
5. Uma pessoa com tendência a falar pode dominar a discussão;
6. O povo em geral prefere um método mais formal.

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PEQUENOS GRUPOS DE ESTUDO - FRACIONAMENTO


São divisões de um grupo grande. Os grupos discutem problemas específicos e, em geral, apresentam as conclusões ao grupo todo.

USE ESTE MÉTODO...

1. Quando o grupo for muito grande;
2. Quando examinar várias facetas de um assunto;
3. Quando alguns membros do grupo não estiverem motivados para participar;
4. Quando o tempo for limitado;
5. Para criar um ambiente cordial e fraternal entre os membros do grupo.

VANTAGENS

1. Encoraja as pessoas tímidas;
2. Cria um ambiente cordial;
3. Dá oportunidade de participar da liderança;
4. Desenvolve habilidades de lideranças;
5. Economiza tempo;
6. Dá oportunidades para todos contribuir e aproveitar as idéias;
7. Pode ser usado facilmente com outros métodos;
8. Provê variedade.

LIMITAÇÃO


1. Pode resultar em idéias pobres;
2. O assunto principal pode ser desviado;
3. A liderança pode não ser habilidosa;
4. As conclusões podem ser desordenadas;
5. Requer estudo prévio para alcançar conclusões precisas;
6. Pode resultar em grupinhos provisórios;
7. Requer algum tempo para arrumar o equipamento para as reuniões em grupo.



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DRAMATIZAÇÃO


É a apresentação de um problema humano, encenado por duas ou mais pessoas, com o propósito de uma análise pelo grupo.


USE ESTE MÉTODO...

1. Quando os membros precisarem reconhecer outros pontos de vista;
2. Quando os membros do grupo tiverem habilidades para usar o método;
3. Quando for preciso ajudar os membros do grupo a se identificarem com um problema;
4. Quando o alvo for mudar as atitudes de um grupo;
5. Quando o apelo emocional for útil na solução de um problema;
6. Quando desejar preparar um ambiente ideal para resolver problemas.

VANTAGENS

1. Desperta interesse imediato;
2. Pode ser usado com grupos de qualquer tamanho;
3. Ajuda os membros a analisarem a situação;
4. Produz segurança;
5. Leva o membro do grupo a se identificar com o problema;
6. Leva os membros a considerar outros pontos de vista;
7. Cria um ambiente próprio para solucionar problemas.

LIMITAÇÃO



1. Os assistentes podem identificar o problema dramatizado como sendo real na vida de cada ator;
2. A maioria das pessoas não gosta de participar de dramatização;
3. Requer uma liderança treinada;
4. Não pode ser usada em qualquer situação;
5. Os atores podem Ter dificuldades de se <> do papel que representarem.
16
COMUNICAÇÃO VISUAL


"UMA IMAGEM VALE MIL PALAVRAS"


A comunicação por meio da imagem é tão antiga quanto a própria história do homem. Quanta informação pode-se obter hoje sob o passado de povo; sua história e costumes, apenas catalogando idéias expressas nas paredes das cavernas, em peças de cerâmica, em madeira esculpida, ou em outras formas.
Este processo evoluiu consideravelmente no decorrer dos séculos. Hoje é impossível ignorarmos que vivemos numa era em que o mundo explora ao máximo a comunicação por meio dos visuais. Diga-se de passagem que a televisão, o cinema, o computador, estes e outros mais, são veículos que facilitam muito a percepção e causam uma reação no indivíduo observador. Ele não apenas ouve uma mensagem, ele também a vê.



"Esta provado que uma pessoa lembra cinco vezes mais o que vê do que o que ouve..." Concluo, enfim, que a comunicação de uma mensagem torna-se muito mais eficiente e completa quando é transmitida como auxílio de visuais.

Na comunicação infantil, o auxílio visual torna-se imprescindível, pois, certos vocábulos ou mesmo uma idéias podem fugir do limite de compreensão da criança. O material visual traz clareza e ao mesmo tempo ilustra aquilo que não faz parte do cotidiano dela, ou seja, aquilo que lhe é familiar.

O material visual torna as idéias mais concretas. O ensino torna-se mais eficiente, e as impressões deixadas serão bem mais duradouras. Nossa pretensão é encorajar-lhe, caro professor, dar-lhe mais condições para confeccionar você mesmo seu próprio material.

* COMUNICAÇÃO - É a arte de transmitir, compartilhar, participar, fazer saber e tornar conhecido o ensino.
* AUXÍLIO VISUAL - É o material que você usa com o fim de trazer mais clareza ao ensino. Pode ser uma cartaz, retroprojetor, fantoches, quadro de pregas, etc.
* VANTAGENS E RESULTADOS DO RECURSO VISUAL:
a. o ensino visualizado prende a atenção do aluno (criança);
b. esclarece a mensagem;
c. fixa o ensino na memória, pois, a criança lembra-se muito mais o que vê;
d. estimula a imaginação do aluno (criança);
e. é Bíblico, pois, foram usadas ilustrações e "figuras" tanto no Ant. quanto Novo Testamento.

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PRINCÍPIOS DO USO DE VISUAIS NO ENSINO


1. O visual deve ser claro e fácil de enxergar, de modo que todos os alunos (as crianças), possam ver com clareza.

2. Deve ajudar a esclarecer o ensino, trazendo luz sobre o que está sendo ensinado.

3. O método visual deve ser usado com a finalidade de facilitar e estimular o aprendizado do aluno, e não apenas diverti-la.

4. Não usar o tempo de preparar a lição, preparando os visuais, esquecendo-se do ensino.

5. Não esquecer que é o poder da Palavra de Deus que promoverá o aprendizado, e que o uso de visuais é somente o método que nos auxilia no ensino desta Palavra.


I. O Valor da Comunicação Visual
Observe os gráficos abaixo, e compare os níveis de aprendizado relativos a cada sentido de uma pessoa:

II. O CLIMA DA COMUNICAÇÃO

Deus nunca deixou de comunicar-se com o homem. Sabemos que a criação é um meio de "proclamar" a glória de Deus" (Sl 90.1ss), e que os atributos de Deus assim como Seu eterno poder, como também Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Rm 1.19,20.

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O clima da comunicação de Deus ao homem se deu com a vinda de Jesus Cristo, Seu filho, ao mundo. (Jo 1.14-18; Ef 2.12;17). Com a morte de Cristo pelo pecador (Rm5.8), Deus comunicou ao homem perdido o Seu amor.

A cruz é o meio visual pelo qual Deus demonstra o Seu grande amor pela humanidade e jamais deve ser usada como idolatria. Aplicando a comunicação em linhas cruzadas, devemos ressaltar que, como crentes nascidos em Cristo, temos a comunicação com o vertical - Deus, por meio de Cristo (Jo 14.9; I Tm 2.5; Hb 1.1,2), mas, também precisamos ter comunicação horizontal com o nosso próximo. (I Jo 4.7-21).

D E U S

M e d i a d o r
C R I S T O


SALVAÇÃO
Lc 10.29

H O M E N S P R Ó X I M O

A M A R Tg 2.8


III. EXEMPLOS DE COMUNICAÇÃO VISUAL NA BÍBLIA
Tanto o Antigo como o Novo Testamento estão repletos de belos e esclarecedores símbolos, figuras, tipos e ilustrações que foram deixadas para nos ajudar na compreensão das verdades Bíblicas.
Eis alguns exemplos Bíblicos de comunicação visual:

a. No Antigo Testamento
* O Arco - Gn 9.17;
* O Sangue nos umbrais das portas - Êx 12.22;
* O Tabernáculo de bronze - Êx 25;
* A Serpente de bronze - Nm 21.4-9.

b. No Novo Testamento
* A porta - Jo 10.9;
* A luz - Jo 8.12;
* O pão - Jo 6.35;
* A água - Jo 4.14;
* O bom pastor - Jo 10.11;
* A videira - Jo 15.1.
*
Usar a comunicação visual na evangelização, é tornar os ensinos de Cristo tão claros quanto Ele os apresentou. Pois, velhos e crianças o entendiam, quando Ele usou as ilustrações dos lírios, dos pássaros, dos pescadores, dos talentos e de tantos outros para atingir o alvo do Seu ensino.
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Curso de Formação para Professores de EBD PEDAGOGIA DO ENSINO

Prof. Ricardo Aparecido dos Reis

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

CRISTOLOGIA

Ensino bíblico sobre a união : Jesus Cristo, para sempre sendo 1 só pessoa, desde a encarnação e para sempre tem 2 naturezas, unidas indissolúvel mas subsistentemente. Simultaneamente: Ele é completa e totalmente Deus, e completa e totalmente homem (impecável); sem perda dessas naturezas, nem formação de nova natureza. Por isso, Ele pode dar a aparência de fraco, sendo onipotente; de finito, sendo infinito; de crescer em conhecimento, sendo onisciente; de ser localizado, sendo onipresente. A personalidade do Cristo reside na Sua natureza divina e não na humana, porque ao Verbo não foi adicionada uma pessoa humana, mas sim uma natureza humana.
Necessidade da encarnação: o Salvador simultaneamente tinha que ser: (a) da raça humana, para representar-nos, substituir-nos vicariamente (e, assim, os benefícios da Sua morte aplicarem-se a nós); (b) e divino, para Sua morte ter valor infinito e salvar a tantos homens.
Necessidade da encarnação ser virginal: a 1a. célula do corpo do homem, e, portanto toda sua natureza humana, vem metade da semente do homem, metade da semente da mulher, a natureza pecaminosa natureza sendo herdada da semente do homem Rm 5:12; portanto, a humanidade do corpo que o Verbo eterno ganhou (Jo 1:12) podia vir metade de mãe pecadora, mas a outra metade tinha que vir por geração miraculosa realizada por Deus, sem contribuição de homem.
Fato da encarnação: Jo 1:14;Fato da encarnação virginal: Mt 1:18-25; Lc 1:26-38.
Milagres envolvidos na encarnação:
a) Deus-o-Verbo adicionou toda a natureza humana, mas sempre retendo toda a natureza divina (“união hipostática”, sem analogia na criação).
b) Um corpo humano foi miraculosamente concebido sem contribuição de pai terrestre (e sem ser ..., nem clone de mulher).
Perpetuidade da encarnação: Depois dela, o Cristo sempre terá Seu corpo (que, depois da ressurreição, passou a ser corpo glorificado, para sempre). Depois da ressurreição, Ele tinha a aparência de um homem Jo 20:15; 21:4-5. Hoje, está no céu como homem 1Tm 2:5.Voltará como homem Mt 16:27-28; 25:31; 26:64-65. Julgará como homem At 17:31.
Profecias: O nascido será chamado de Deus-Forte Is 9:6-7, e de Emanuel, sendo nascido de uma virgem Is 7:14, em Belém Mq 5:2, eterno, a ser precedido por João Batista Lc 1:17,76. Será o Salvador, o Filho de Deus, como profetizado por Isabel Lc 1:42, anunciado a Maria 1:31,35, a José Mt 1:20-21, aos pastores Lc 2:10-12, aos magos Mt 2:1-2, a Simeão Lc 2:25-32, e a Ana 2:38.
- REVELAR O DEUS INVISÍVEL JO 1:18; 14:9.
- CUMPRIR AS PROFECIAS DE UM SALVADOR (GN 3:15; IS 53:4-6; DN 9:26; 1CO 5:7) E REI (GN 17:6,16; 49:9-10; 2SM 7:12-13; SL 8; 24; 45; 110; ZC 14:9).
- REVELAR O PAI (CONCEITO NOVO, DEUS COMO PAI!) MT 6:9; JO 1:18; 14:9; 16:27; MT 6:8,32; 5:45.
- FAZER SACRIFÍCIO POR NOSSOS PECADOS, REMOVÊ-LOS IS 53:6; MC 10:45; JO 1:29,36; 2 Co 5:21; Hb 2:9; 9:26; 10:4-5,10,12; 1Jo 3:5. O Cristo é tanto o bode sacrificial como o expiatório! Lv 16: 8-9, 20-22.
- RECONCILIAR O HOMEM COM DEUS 2Co 5:19; Hb 2:17; 1Tm 2:5-6.
- SER-NOS FIEL SUMO SACERDOTE
- PROVER, PARA OS CRENTES:
. UM EXEMPLO DE VIDA, SANTA MT 11:29; 1PE 2:21; 1JO 2:6, Os escritores da Bíblia foram infalíveis em ensino, mas não em caráter. O Cristo é o único infalível em ambos aspectos! Transformemo-nos na imagem do Senhor, por olharmos, como que em um espelho, a Sua glória 2Co 3:18.
. UM FIEL E COMPASSIVO SUMO SACERDOTE Hb 2:17; 3:1; 9:26.
. E O ESCAPE PARA A MALDIÇÃO SOBRE ADÃO Rm 5:12.
- DESTRUIR O DIABO E SUAS OBRAS Hb 2:14; 1Jo 3:8. ESTE ESTÁ VENCIDO Jo 12:31; 14:30, SERÁ LANÇADO NO LAGO DE FOGO AP 20:10, TUDO O QUE ALCANÇOU PELA INTRODUÇÃO DO PECADO SERÁ DESFEITO (EXCETO PUNIÇÃO AOS SEUS SEGUIDORES).
- SARAR OS QUEBRANTADOS DE CORAÇÃO Lc 4:18.
- PÔR EM LIBERDADE OS OPRIMIDOS Lc 4:18.
- DAR VIDA, VIDA ABUNDANTE Jo 3:36; 10:10.
- GLORIFICAR O PAI Jo 13:31; 14:13; 17:4.
- PREPARAR PARA SUA 2A. VINDA (APENAS ENTÃO NOSSA SALVAÇÃO COMPLETAR-SE-Á) Hb 9:28; Ap 5:6.


A encarnação foi Deus, o Verbo Eterno, a 2a. pessoa da Trindade, ganhando os atributos de homem perfeito [1],sem jamais, por 1 segundo, perder os divinos Cl 2:9; 1Tm 3:16 (T.Recebidos, a Bíblia preservada. Ou a Almeida Corrigida e Revisada, Fiel, Trinitariana). O Cristo, para sempre sendo 1 só pessoa, desde a encarnação e para sempre tem 2 naturezas, em união perfeita, indissolúvel, concordes, estas 2 naturezas jamais funcionam independentemente, mesmo subsistindo eternamente distintas. Simultaneamente: o Filho é completa e totalmente Deus, e completa e totalmente homem; sem perda parcial ou temporária de nenhuma dessas naturezas, nem formação de nova natureza.
Provas da união das 2 naturezas em UMA só pessoa:
- Não há o mais leve indício de multiplicidade de pessoas (pensamento Propósito + sentir + decidir Agir) no Cristo, como há abundantemente para a Trindade!...
- Há um único sujeito em frases referindo-se simultaneamente tanto à humanidade como à divindade do Cristo (!): Jo 1:14; Gl 4:4; 1Tm 3:16 (T.Recebidos).
SUBORDINAÇÃO. INÍCIO DA POSIÇÃO DE FILHO:
A subordinação do Cristo ao Pai (é de ordem, ofício, operação, não de essência-poder-valor! Ver 3.12-Sua Verdadeira Kenosis):

- O CRISTO A EXPRESSOU, REFERINDO-SE AO PAI COMO SUPERIOR Jo 14:28.
- PELO PAI FOI GERADO (VER LOGO ABAIXO) Jo 3:16. ENVIADO Jo 8:29. RECEBEU AUTORIDADE Jo 13:3. RECEBEU SUA MENSAGEM Jo 17:8. TEVE SEU REINO ESTABELECIDO Lc 22:29.
- O CRISTO DEPENDIA DO PAI Jo 5:19. ESTAVA SOB SUA AUTORIDADE Jo 10:18. ENTREGAR-LHE-Á SEU REINO 1Co 15:24. SEMPRE SER-LHE-Á SUJEITO 1Co 11:3.


Sua Posição de Filho, Filho [Uni-]Gerado:
- O Verbo, a 2a. pessoa da Trindade, é Deus, eterno, incriado e criador de tudo que foi criado Jo 1:1-3.
- O Filho foi gerado Sl 2:7 “...Tu é meu Filho, eu hoje te gerei”, e é chamado gerado, uni-gênito, primo-gênito, etc.

- ALGUNS INTERPRETAM O “HOJE” DE Sl 2:7 COMO O “DIA DA ETERNIDADE” DE Mq 5:2 E 2Pe 3:18, O “SEMPRE”, PORTANTO “GERADO DESDE A ETERNIDADE” SIGNIFICARIA QUE O FILHO NUNCA FOI EXATAMENTE GERADO... OUTROS INTERPRETAM QUE O CRISTO FOI GERADO NO SENTIDO DE TER SIDO GERADO DENTRE OS MORTOS, NA RESSURREIÇÃO At 13:32-33.
- MAS Mq 5:2 NÃO NECESSARIAMENTE SE REFERE À POSIÇÃO DE FILHO; 2Pe 3:18 SE REFERE À ETERNIDADE FUTURA; GERADO É GERADO; E A PROMESSA DE At 13:32 É “PARA OS PAIS”, NÃO “PARA O FILHO”, A PROMESSA AOS PAIS É A DO SALVADOR DE ISRAEL (VERSO 23). A RESSURREIÇÃO, AQUÍ PROMETIDA PARA O CRISTO, NÃO PARA OS PAIS, ERA PROVA E ERA INDISPENSÁVEL PARA CUMPRIR A PROMESSA DE SALVAÇÃO.
- ASSIM, É MUITO MAIS NATURAL E MELHOR INTERPRETARMOS QUE:¯

- O Verbo sendo Deus Eterno, pôs-Se na posição de Filho no instante em que encarnou e teve Sua natureza humana, inclusive Seu corpo, literalmente gerados, criados do nada. A ressurreição somente declarou (demonstrou e proclamou) que Ele tinha se colocado na posição de Filho e Deus o tinha aceito, sendo Seu Pai Rm 1:4.
3.6. NOMES E TÍTULOS:


ADÃO 1CO 15:45.
ADVOGADO 1JO 2:1.
ALFA E ÔMEGA AP 1:8; 21:6.
AMADO EF 1:6.
AMÉM AP 3:14.
AMIGO DOS PECADORES MT 11:19.
ANJO DO SENHOR GN 16:9-14; JZ 6:11-14.
APÓSTOLO Hb 3:1.
AUTOR (E CONSUMADOR DA NOSSA FÉ) Hb 12:2.
BENDITO 1TM 6:15.
BISPO 1PD 2:25.
CABEÇA DAS IGREJAS CL 1:18.
CAPITÃO JS 5:14.
CARPINTEIRO MT 13:55; MC 6:3.
CEIFEIRO AP 14:15.
CHIFRE DA SALVAÇÃO SL 18:2.
COMANDANTE IS 55:4.
CONSELHEIRO IS 9:6.
CONSOLAÇÃO DE ISRAEL LC 2:25.
CORDEIRO DE DEUS JO 1:29, 36.
o CRISTO (= UNGIDO) MT 1:16; 2:4.
DESEJO DAS NAÇÕES AG 2:7.
DEUS JO 1:1; RM 9:5; 1TM 3:16 (T.RECEBIDOS).
DEUS FORTE IS 9:6; 63:1.
DOM DE DEUS 2CO 9:15.
EMANUEL MT 1:23.
ESTRELA D’ALVA 2PD 1:19.
ESTRELA DA MANHÃ, A BRILHANTE AP 22:16.
EU SOU: A LUZ DO MUNDO JO 9:5. EU SOU: A PORTA JO 10:9. EU SOU: A RESSURREIÇÃO E A VIDA JO 11:25. EU SOU: A VIDEIRA VERDADEIRA JO 15:1. EU SOU: O BOM PASTOR JO 10:11. EU SOU: O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA JO 14:6. EU SOU: O PÃO DA VIDA JO 6:35.
EXPRESSA IMAGEM DE DEUS Hb 1:3.
FIEL TESTEMUNHA AP 1:5; 3:14; 19:11.
FILHO DE DAVÍ (PELOS 2 CEGOS DE CAFARNAUM MT 9:27; A SÍRIO-FENÍCIA MT 15:22; 2 CEGOS DE JERICÓ MT 20:30; MC 10:46-47; MULTIDÃO NO “DOMINGO DE RAMOS” MT 21:9).
FILHO DE DEUS (POR JESUS, SÓ 2 VEZES JO 9:35; 10:36; PELO DIABO MT 4:3,6; GABRIEL LC 1:35; DEMÔNIO MT 8:29; LC 4:41; DISCÍPULO MT 14:33; PEDRO MT 16:16; MARTA JO 11:27; NATANAEL JO 1:49; CENTURIÃO MT 27:54).
FILHO DE MARIA MC 6:3.
FILHO DO ALTÍSSIMO LC 1:32.
FILHO DO HOMEM (NOME QUE PREFERIU USAR PARA SI PRÓPRIO: NÃO VEIO PARA SE MINISTRADO MT 20:28; VEIO PARA BUSCAR E SALVAR AQUELE QUE TINHA SE PERDIDO MT 18:11; SÓ ELE PODE PERDOAR O PECADO MT 9:6; NÃO TINHA ONDE REPOUSAR SUA CABEÇA MT 8:20; É SENHOR DO SÁBADO LC 6:5; SERIA TRAÍDO MT 17:22; SOFRERIA MT 17:12; SERIA LEVANTADO JO 3:14; ESTARIA 3 DIAS NO CORAÇÃO DA TERRA MT 12:40; SERIA ERGUIDO DOS MORTOS MT 17:9; VIRÁ NOVAMENTE, NA GLÓRIA DO SEU PAI MT 16:27; 24:30; ENVIARÁ SEUS ANJOS MT 13:41; SENTAR-SE-Á SOBRE O TRONO DA SUA GLÓRIA MT 19:28).
FILHO IS 9:6.
FILHO UNIGÊNITO DO PAI JO 1:18.
FONTE ZC 13:1.
FUNDAÇÃO IS 28:16.
GLÓRIA DE DEUS IS 60:1.
GOVERNADOR MT 2:6.
GUIA SL 48:14.
HERDEIRO DE TODAS AS COISAS HE 1:2.
HOMEM AT 17:31; 1TM 2:5.
JEOVÁ IS 26:4; 40:3.
JESUS (= SALVADOR) MT 1:21.
JUIZ MQ 5:1; AT 10:42.
JUSTIÇA JR 23:6; 33:16.
LEÃO DA TRIBO DE JUDÁ AP 5:5.
LEGISLADOR IS 33:22.
LIBERTADOR RM 11:26.
MARAVILHOSO IS 9:6.
MEDIADOR 1TM 2:5.
MÉDICO MT 9:12.
MENINO LC 2:16.
MESSIAS DN 9:25; JO 1:41.
MESTRE (= DONO) MT 8:19.
MESTRE (= PROFESSOR) MT 26:18; JO 3:2; 11:28.
MINISTRO Hb 8:2.
NAZARENO MC 1:24.
NOIVO MT 9:15.
PAI DA ETERNIDADE IS 9:6.
PÁSCOA 1CO 5:7.
PASTOR (O SUMO 1PD 5:4; O BOM JO 10:11,14; O GRANDE Hb 13:20; O MEU SL 23:1).
PEDRA MT 21:42; MC 12:10; AT 4:11; RM 9:32,33; EF 2:20; 1PD 2:6-7.
PEDRA DE ESQUINA EF 2:20.
PODER DE DEUS 1CO 1:24.
PORTA DO APRISCO JO 10:7.
POTENTADO 1TM 6:15.
PRECURSOR Hb 6:20.
PRIMÍCIAS 1CO 15:23.
PRÍNCIPE (DA PAZ) IS 9:6.
PRINCÍPIO DA CRIAÇÃO DE DEUS AP 3:14.
PROFETA AT 3:22.
PROPICIAÇÃO 1JO 2:2; 4:10.
PURIFICADOR ML 3:3.
RABÍ (= PROFESSOR) (POR NICODEMOS JO 3:2; POR JUDAS MT 26:25; POR MARIA DE MAGDALA JO 20:16).
RAIZ DE DAVÍ AP 22:16.
REDENTOR IS 59:20; 60:16.
REFINADOR ML 3:3.
REFÚGIO IS 25:4.
REI: DE ISRAEL MT 27:42; JO 1:49.
REI: DOS REIS AP 17:14; 19:16.
RENOVO ZC 3:8.
RESGATE 1TM 2:6.
ROCHA DT 32:15.
ROSA DE SHARON CANT 2:1.
SACERDOTE Hb 4:14.
SACRIFÍCIO EF 5:2.
SALVADOR (CHAMADO POR MARIA LC 1:47; ANJOS LC 2:11; SAMARITANOS JO 4:42).
SAMARITANO (O BOM) LC 10:33.
SANTO FILHO AT 4:30.
SANTO DE DEUS MC 1:24.
SANTO DE ISRAEL IS 41:14.
SEGUNDO HOMEM 1CO 15:47.
SEMENTE DA MULHER GN 3:15.
SEMENTE DE ABRAÃO GL 3:16,19.
SEMENTE DE DAVÍ 2TM 2:8.
SENHOR DOS SENHORES AP 19:16.
SERPENTE DE BRONZE JO 3:14.
SERVO IS 42:1; 49:5-7.
SHILOH GN 49:10.
SOL DA JUSTIÇA ML 4:2.
SOL NASCENTE DAS ALTURAS LC 1:78.
SUMO SACERDOTE Hb 3:1; 7:1.
TODO PODEROSO AP 1:8.
UNGIDO SL 2:2.
UNIGÊNITO DO PAI JO 1:14.
VARA (= CETRO) IS 11:1.
VERBO (= PALAVRA), O NOME PREFERIDO POR JOÃO JO 1:1; AP 19:13.

ANTES DA ENCARNAÇÃO, A 2A. PESSOA DA TRINDADE É CHAMADA FILHO (SL 2:7), JEOVÁ (GN 19:24 + 18:13-14,17-20,33; OS 1:7), DEUS (EX 3:4; SL 45:6), ANJO DE JEOVÁ (GN 16:9-14; JZ 6:11-14 ,MAS NUNCA É CHAMADA DE O CRISTO (= O MESSIAS = O UNGIDO).
HUMANIDADE (Diminuí-la vem do espírito de anticristo 1Jo 4:2-3!) (“O Salvador tinha que ser homem para Seu sacrifício ser aplicável em nosso benefício”):

O CRISTO TEM:
“MÃE-BIOLÓGICA”, HUMANA MT 1:18; LC 1:31; Gl 4:4.
CORPO HUMANO MT 26:12; LC 24:39; JO 1:14; 2:21; Hb 10:5,10,15.
ALMA HUMANA MT 26:38; JO 12:27; 13:21.
ESPÍRITO HUMANO MC 2:8; LC 23:46.
APARÊNCIA HUMANA JO 4:9; 8:57; JO 20:15.
CARNE E SANGUE Hb 2:14.
DESCENDE DA SEMENTE DE DAVÍ (Oh, a graça de Deus! A genealogia do Cristo (Mt 1) exibe o perdão de: o incesto de Tamar-Judá; a prostituta Raabe; Rute, descendente de Moabe, filho do incesto da filha de Ló; o adultério com Betseba e o assassinato de Urias) MT 1:1; AT 13:22-23; RM 1:3, CONFORME O PACTO DAVÍDICO 2SM 7:5-16; LC 1:26-27,32-33. CHAMOU-SE “O HOMEM” JO 8:40.
ELE TEM NOMES HUMANOS:
JESUS (= SALVADOR) MT 1:21.
“JESUS, O NAZARENO” AT 2:22;
O PROFETA MT 21:11;
O CARPINTEIRO MC 6:3;
“JESUS CRISTO, HOMEM” 1TM 2:5;
“FILHO DO HOMEM” LC 19:10 (usado profeticamente em Dn 7:13. Implica não só que Ele é o homem perfeito, o representante vicário de toda a raça, mas também que é o Filho de Deus Lc 22:69-70).
ELE NASCEU,
CRESCEU LC 2:40,46,52.
APRENDEU EM ESCOLA JO 7:15, EM CASA, NA SINAGOGA LC 4:16, ESTUDOU AS ESCRITURAS LC 4:17, QUESTIONOU (NO TEMPLO) LC 2:46.
CRESCEU EM SABEDORIA LC 2:52. [NA POSIÇÃO HUMANA] FOI LIMITADO EM CONHECIMENTO DIVINDADE_ONISCIENTE-SUA VERDADEIRA KENOSIS) MC 5:30; 11:13; JO 11:34.
OROU MC 1:35; LC 11:1.
RECEBEU A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO AT 10:38.
FOI TENTADO MT 4:1; Hb 2:18; 4:15.
APRENDEU OBEDIÊNCIA Hb 5:8.

Ele teve:

Fome Mt 4:2; 21:18 contraste Sl 50:10-12.
Sede Jo 4:7; 19:28.
Cansaço Jo 4:6 contraste Is 40:28.
Sono Mt 8:24 contraste Sl 121:4-5.
Compaixão Mt 9:36.
Amou Mc 10:21; Jo 11:3; 13:23.
Foi tentado Hb 2:18; 4:15; contraste Tg 1:13).
Dependeu do Pai Mc 1:35; Jo 6:15; Hb 5:7).
Aborreceu-se e entristeceu-se Mt 26:37.
Indignou-Se e condoeu-Se Mc 3:5; 10:14.
Chorou Lc 19:41; Jo 11:35.
Regozijou-Se Lc 10:21; Hb 12:2.
Perturbou-Se Mc 14:33-34; Jo 11:33; 12:27; 13:21.
Suou (gotas como de sangue) Lc 22:44.
Sofreu dores Lc 22:44; 1Pd 4:1.
Jorrou Seu sangue 19:34.
Morreu Mt 27:50; Jo 19:34; 1Co 15:3.
Foi sepultado Mt 27:59-60.

Implicações da humanidade: expiação aplicável em nosso benefício; o Cristo pode ser nosso sacerdote, empatizando e intercedendo Hb 4:15; mostra-nos a verdadeira natureza humana, perfeita, que teremos.
. É onipotente (Mt 28:18; Fp 3:21; Ap 1:8). Na terra, demonstrou-o sobre: doenças Mt 8:1-4; Lc 4:39, demônios Mt 8:16-17,28-32; Lc 4:35, homens Mt 9:9; Jo 17:2, natureza Mt 8:26, pecado Mt 9:1:8, tradições Mt 9:10-17, morte Lc 7:14-15; 8:54,56; Jo 11:4. Os milagres de Elias não provavam que era Deus encarnado (eram feitos pelo poder do Espírito Santo), mas os do Cristo sim Jo 20:31. Portanto, pelo menos alguns dos milagres do Cristo foram feitos com Seu próprio poder inerente, não o do Espírito Santo Mt 9:28.
. É onisciente (Jo 2:24-25; 16:30). Na terra, demonstrou-o sobre: Natanael Jo 1:48, Judas Jo 6:70; 13:11, fariseus Mt 12:25; Lc 5:22; 6:8; 7:39-40, escribas Mt 9:3-4, escriba sincero Mc 12:34, samaritana Jo 4:29.
. É onipresente Ef 1:23. Demonstrou-o na terra: Mt 18:20; 28:20; Jo 3:13; 14:20;
. É eterno Mq 5:2; Jo 1:1; 8:58.
. É imutável Hb 13:8, a plenitude da divindade Cl 2:9, o Senhor da glória Tg 2:1, o criador do universo Jo 1:1,3. É Rei, nos céus 1Pd 3:22. Perdoa pecados Mc 2:5,10-11, salva Mt 18:11; Jo 10:28, recompensa os santos 2Co 5:10. Julga Jo 5:22.
- O Cristo recebe nomes divinos (ver também 3.6-Nomes e Títulos):
. Deus Sl 110:1; Is 9:6; Dn 7:13-14; Jo 1:1+3+14; 20:28; Rm 9:5; 1Tm 3:16 (T.Recebidos); Tt 2:13; Sl 45: 6 + Hb 1:8; 1Jo 5:20.
. Filho de Deus (40 vezes) Mt 16:16-17.
. O Primeiro e o Último, o Alfa e o Ômega Ap 1:17 (compare Is 41:4; 44:6); Ap 1:8; 22:12-13,15.
. O Santo At 3:14 (compare Os 11:9).
. O Senhor At 9:17 (este é o nome de Jeová. Os Ptolomeus e os imperadores romanos só permitiam que esse nome lhes fosse aplicado quando se deixavam endeusar(!), Os 1os. cristãos morriam mas não chamavam os césares nem ninguém de Senhor (!), não há dúvidas sobre o que o Espírito Santo quis expressar quando fez este nome ser tão dado, só ao Cristo, no N.T.).
. Rei dos Reis e Senhor dos Senhores Ap 19:16.
. “Senhor de Todos” e “Senhor da Glória” At 10:36; 1Co 2:8; Hb 1:8. (Compare com Sl 24:8-10 e Is 9:6).
- Recebe adoração, culto divino:
. Isto é exclusivo de Deus Mt 4:9-10; At 10:25-26; 12:20-25; 14:14-15; Ap 22:8-9. Pedro não aceitou At 10:25-26. Anjos não aceitaram Ap 22:8-9.
. Mas o Cristo aceitou e parece ter encorajado (Jo 4:10; 13:13) adoração pelos: anjos Hb 1:6; pastores Lc 2:15; magos Mt 2:2,11; leproso Mt 8:2; governador Mt 9:18; mulher sírio-fenícia Mt 15:25; uma mãe Mt 20:20; maníaco Mc 5:6; cego de nascença Jo 9:38; Tomé Jo 20:28; Gregos Jo 12:20-21; apóstolos Mt 14:33; 28:9; Pedro Lc 5:8; discípulos Lc 23:52.
. Deus ordenou a adoração ao Cristo Fp 2:10-11; Hb 1:6; compare Is 45:21-23; Jo 5:22-23.
. As primeiras igrejas adoravam e oravam ao Cristo At 7:59; 1Co 1:2; 2Co 12:8-10.
- Mostrou ser Deus:
. Ao perdoar pecados Mc 2:5;
. Declarar ser o senhor do sábado Mc 2:27-28;
. Ser eterno Jo 3:13; 8:58 + Ex 3:14;
. Ser igual ao Pai Jo 10:30; 14:7-9;
. Ao ser condenado por “fazer-se” Deus Mt 26:63; Jo 19:7 e “fazer-se” O Filho de Deus Jo 5:2-18.
- Tem ofícios divinos:
. Criador do universo Is 40:28; Jo 1:1-3; Cl 1:15-17; Hb 1:10; Ap 3:14.
. Inclusive criador dos anjos Sl 148:5 cf. Cl 1:16.
. Preservador de tudo Cl 1:17; Hb 1:3.
. Perdoador de pecados Mc 2:5,10-11 (compare Sl 51:4; Lc 7:48-50).
. Doador da vida imortal e da vida de ressurreição Jo 5:28-29; 6:39,44; Fp 3:21.
. Juiz dos vivos e mortos Mt 25:31-33; Jo 5:22-23; At 17:31; 2Tm 4:1.
. Doador da vida eterna Jo 10:28; 17:2.
- O N.T. Lhe atribui afirmações do V.T., sobre Jeová:
. Senhor imutável Sl 102:24-27 compare Hb 1:10-12.
. Jeová º o Cristo Jr 17:10 compare Ap 2:23.
. Senhor a quem foi enviado mensageiro Is 40:3-4 compare Lc 1:68-69,76.
. Luz e glória Is 60:19 compare Lc 2:32.
. Glória de Jeová Is 6:10 compare Jo 137-41.
. Pedra de tropeço Is 8:13-14 compare 1Pe 2:7-8.
. Senhor-dos-Exércitos, a santificarmos Is 8:12-13 compare 1Pe 3:14-15.
. Posto em prova Nu 21:6-7 compare 1Co 10:9.
. O Pastor Sl 23:1 (compare Jo 10:11; 1Pe 5:4; He 13:20-21).
. Quem busca e salva o perdido Ez 34:11-12 compare Lc 19:10.
. A Septuaginta, cerca de 3800 vezes, traduz “Jeová” pelo Grego “Kurios”, o mesmo “Senhor” que no N.T. é atribuído ao Cristo. No V.T., o termo “Senhor” sempre se refere a Deus; no N.T. se refere ao Cristo.
- Seu nome vem junto e é posto no nível do de Deus Pai: Mt 28:19; Jo 14:1,23; 17:3; Rm 1:7; 1Co 12:4-6; 2Co 13:14; Cl 2:2; 1Ts 3:11; Tg 1:1; 2Pe 1:1; Ap 7:10; 5:13.
- Implicações da divindade: Ver 3.15h.Morte Resultados Para Crentes. 1 só morte salvando tantos! Adoremo-lo!

IMPECABILIDADE:

- Santo, o Cristo não conheceu pecado 2Co 5:21, não pecou Hb 4:15; 1Pd 2:22. Imaculado Hb 7:26; 9:14, santo Lc 1:35, não teve nenhum pecado Jo 14:30; 1Jo 3:5, o Diabo não tinha nada nEle Jo 14:30. Ele clamou ser impecável Jo 8:29,46; 15:10, e homens reconheceram isto Mt 27:4,19; Lc 23:41,47; Jo 19:4.
- O Cristo não podia, não tinha a possibilidade de pecar: Se, por 1 seg, Ele pudesse pecar, não seria Deus Tg 1:13. A encarnação não foi a geração de uma pessoa, mas sim a adição de natureza humana perfeita (que Adão teria se tivesse passado no teste) à natureza divina do eterno Santo do Senhor Sl 16:10; Mc 1:24. Mesmo que a natureza humana fosse a de Adão antes de ter caído, ela não poderia pecar sem que a personalidade total de o Santo do Senhor quisesse pecar, o que é impossível. Nas tentações que a Trindade permitiu sobre o Cristo, Ela visou não verificar se Ele pecaria, mas sim provar que Ele não poderia pecar. O Cristo experimentou as limitações de homem perfeito, mas sem jamais pôr de lado nada da Sua divindade, nada do Seu caráter perfeito de Deus perfeito, imutável-incessante e perfeitamente santo! Ver 3.10-Caráter, item-Santo.

CARÁTER

- Santo: sem a menor contaminação 2Co 5:21; Hb 4:15; 9:14; 1Pe 1:19; 1Jo 3:5. (No V.T. só Jeová é dito o Santo, no N.T. é o Cristo que o é, portanto...). Imaculadamente puro Jo 1:4; 8:12; 1Jo 1:5; 3:3.
. Testemunhado por: demônio Mc 1:23-24; Judas Mt 27:3-4; Pilatos Jo 18:38; 19:4-6; sua esposa Mt 27:19; ladrão moribundo Lc 23:41; centurião Lc 23:47; Pedro At 3:14; João 1Jo 3:5; Ananias At 22:14; todo grupo de apóstolos At 4:27; Paulo 2Co 5:21; Jesus Jo 8:46; 14:30; Deus Pai Hb 1:8-9; Mt 17:5.
. Manifestado por Suas: atitudes-posições Hb 1:9; ações Jo 8:29; 1Pe 2:22; exigências Mt 5:48 (e todo o Sermão da Montanha!); repreender Mt 16:23; 23:13,33; sacrifício 1Pe 2:24; julgar e castigar 2Ts 1:7-9. Ver 3.9Impecabilidade.
- Amor (Jo 15:13) infinito (Ef 3:19) ao: Pai Jo 14:31; 15:10. Escrituras Mt 15:17-18; Jo 10:35. Igrejas Ef 5:25. Discípulos Jo 13:34; 17:2,9,12; 19:25-27. Crentes individuais Gl 2:20. Aqueles que Lhe pertencem Jo 13:1; 17:2,9,12; Ef 5:2, 25; Ap 1:5. Discípulos obedientes Jo 13:1; 14:21; 15:9. Criancinhas Mc 10:13-16. Amigos achegados Jo 11:1-3; 13:23. Jerusalém Mt 23:37; Lc 19:41. Inimigos Lc 23:34. Sua família Jo 19:25-27; 1Co 15:7. Pecadores perdidos Mt 9:13; Rm 5:6-8;. O jovem rico Mc 10;21.
. Manifestou-se ao Pai por obedecê-Lo Jo 15:10, fazer o que Lhe agradava Jo 8:29, procurar Sua glória Jo 17:1,4.
. Manifestou-se aos homens por Se ter proposto dar Sua vida para salvá-los Mt 20:28; Jo 10:11; 15:13; Rm 5:8; Ef 5:2,25, ir em busca deles Lc 15:4, buscá-los e salvá-los Lc 19:10, por regozijar-se em ganhá-los Lc 15:4-7; Jo 4:32-34, entristecer-se profundamente pelos rejeitantes Mt 23:37; Lc 19:41-42; Jo 5:40.
. Ninguém pode nos separar do Seu amor Rm 8:37-39!

- ZELO PERFEITO PARA COM DEUS, MESMO AQUI MC 3:21; LC 2:49; 4:42-44; 8:1; 12:49-50; JO 2:15-17.

- COMPAIXÃO MT 9:36 (PELAS MULTIDÕES SEM PASTOR); 14:14; 15:32; MC 1:41; 5:19; 9:22-23; LC 7:13; Hb 5:2.

- MANSIDÃO E AMABILIDADE IS 53:7; MT 11:28-30; 12:18-21 CF. IS 42:2,3; JO 13:4-5; 2CO 10:1; 1PE 2:21-22. MANIFESTADA NA SUA LONGANIMIDADE E TOLERÂNCIA PARA COM OS FRACOS [NÃO REVOLTOSOS] MT 12:20, PERDÃO AOS (ARREPENDIDOS) REFUGADOS PELOS HOMENS LC 7:38,48,50, MANSA REPREENSÃO A TOMÉ JO 20:24-25,29, A PEDRO JO 21:15-17, A JUDAS MT 26:48-50; JO 13:21, COMPASSIVA ORAÇÃO PELOS SEUS ASSASSINOS LC 23:34, O SUPORTAR INJÚRIAS E MALTRATOS 1PE 2:23. DEVEMOS IMITÁ-LO “AO SERVO DO SENHOR NÃO CONVÉM CONTENDER...” 2TM 2:24-25.

- HUMILDADE (OPOSTO DE ORGULHO E ARROGÂNCIA) ZC 9:9; MT 11:29. MANIFESTADA AO TOMAR FORMA E POSIÇÃO DE SERVO JO 13:4-5, NÃO BUSCAR SUA PRÓPRIA GLÓRIA JO 8:50.

- CORAGEM: TENTARAM MATÁ-LO POR EXPOR A MALDADE DE ISRAEL LC 4:16-30. AS 2 PURIFICAÇÕES DO TEMPLO MT 21:12-16 + JO 2:13-17. ENFRENTOU LOUCO-ENDEMONINHADO MC 5:1-9. ARRISCOU A VIDA POR LÁZARO JO 11:7-8,16,53. DENUNCIOU FACE A FACE OS PODEROSOS FARISEUS MT 23. FOI PARA O CALVÁRIO MC 10:32-34; LC 9:51.

- INCESSANTE TRABALHADOR: JO 5:17; 9:4. COMEÇANDO AO NASCER DO SOL MC 1:35; JO 8:2, INDO ATÉ TARDE NA NOITE MT 8:16; LC 6:12; JO 3:2, ÀS VEZES “ESQUECENDO” DE COMER JO 4:31-34, DE REPOUSAR MC 6:31, DAS SUAS DORES E MORTE LC 23:41-43. INCANSÁVELMENTE (COMO PREGADOR-ANDARILHO, EM TODOS OS TEMPOS, SITUAÇÕES E OPORTUNIDADES): ENSINOU, PREGOU, SALVOU OS PERDIDOS, EXPULSOU DEMÔNIOS, CUROU, CHAMOU E TREINOU SEUS OBREIROS MT 10; LC 10. COMO OBREIRO, CARACTERIZOU-SE POR: CORAGEM JO 2:14-17; 3:3; 19:10-11, EMPENHO + METICULOSIDADE MT 14:36; JO 7:23, IMPARCIALIDADE MT 11:19, E TATO MC 12:34; JO 4:7-30.
- VIDA DE ORAÇÃO: ÀS VEZES TODA A NOITE MT 14:23; LC 6:12, ÀS VEZES DE MADRUGADA E SOLITÁRIO MC 1:35; ANTES DE GRANDES TAREFAS: MC 1:35-38; MT 26:38-46, DEPOIS DE GRANDES SUCESSOS JO 6:15; PELOS SEUS LC 22:32; JO 17, ARDENTEMENTE LC 22:44; HE 5:7, PERVERANTEMENTE MT 26:44; SUBMISIVAMENTE MT 26:39; CRENDO MESMO JO 11:41-42. QUANTO NÓS PRECISAMOS ORAR!
- PERFEITO EQUILÍBRIO:
. SÉRIO-GRAVE, REMINDO O TEMPO, CHEIO DE PESAR IS 53:3-4; CF SL 69:9; RM 15:3; Hb 2:10, CHOROU LC 19:41; JO 11:35, AFLIGIU-SE PELOS QUE O REJEITARAM MT 23:37; JO 5:40.
. MAS SEM AMARGURA, SEM O MENOR DESÂNIMO, ANTES CHEIO DE ALEGRIA JO 15:11; 17:13, E, AS VEZES, [SANTO] SENSO DE HUMOR MT 19:24; 23:24; LC 7:31-35 (MAS NUNCA LEMOS QUE JESUS DEU RISADAS (ALTAS, NERVOSA/TOLAS)!...). SUA ALEGRIA É A DE OBEDECER A DEUS, DE ANTEVER SALVAÇÕES E BÊNÇÃOS DA ETERNIDADE IS 53:11; HE 12:2.

DIFERENTES ÊNFASES NOS 4 EVANGELHOS
Mateus o Rei profetizado leão profético p/os Judeus o Filho de Daví, Rei Renovo justo, de Daví
Marcos Servo obediente boi prático os Romanos o Servo do Senhor meu Servo, o Renovo
Lucas Homem perfeito homem histórico os Gregos o Filho do Homem o Homem, o Renovo
João o Deus forte águia espiritual todo o mundo o Verbo de Deus o Renovo do Senhor Is 4:2; Jr 23:5-6; Zc 3:8; 6:12
A Obra de Jesus, o Cristo
Estágios na obra do Verbo eterno, conforme abordaremos:
Humilhação: kenosis e encarnação, ministério terrrestre (ofício de profeta), morte e sepultamento, descida ao coração da terra.
Exaltação: ascensão, exaltação propriamente dita, ofício de sacerdote, dupla 2a. vinda, ofício de rei, julgando.
Sua verdadeira KENOSIS (esvaziamento) (Fp 2:5-11)
a. O Cristo deixou a glória do céu Jo 17:5; 2Co 8:9.
b. Fp2:6a: “O Qual, subsistindo em [a mesma] forma [morphe = natureza e essência perceptíveis, mas verdadeiras, permanentes e totais] de Deus,”
c. verso 6b: “não considerou o ser igual a Deus como algo a que se devia aferrar,” [4] o Cristo não considerou a manifestação da Sua divindade no céu como um tesouro a que devia se agarrar e reter a todo custo. Na Sua encarnação Ele não se preocupou em reter nada dessa manifestação.
d. v. 7a “mas fez a Si mesmo de nenhuma reputação”: A excelente “Almeida Corrigida e Revisada, Fiel ...”, da S.B.Trinitariana, traduz kenoo por “esvaziou”, mas isto pode levar a doutrinas errôneas (ver d.a e d.b, abaixo), porisso devemos preferir o que os dedicados crentes-e-eruditos ponderadamente traduziram na King James Bible: “fez a Si mesmo de nenhuma reputação” [5]. Note como isto casa com a explicação do próprio texto: o Cristo não se importou com Sua reputação, mas “esvaziou” a Si próprio apenas no sentido de se fazer de nenhuma fama ao tomar a forma de servo!!! Há artigos de grandes eruditos em Grego justificando esta tradução. Lembre que o Texto Grego não tem vírgulas, e releia Fp 2:7: “mas fez a Si mesmo de nenhuma reputação havendo tomado a forma-natureza de um servo, havendo Se tornado em [a] semelhança de homens;”
- Mesmo que a melhor tradução fosse o super-literal “esvaziou-Se a Si mesmo”, notemos que:
d.a. Há grave erro no ensino de que “o Cristo, enquanto aqui na terra, voluntariamente Se despiu, ficou sem Seus atributos relativos de divindade (onisciência, onipotência, onipresença), portanto ficou temporariamente menos Deus, mesmo retendo Seus atributos imanentes de divindade (santidade, amor, verdade)”. Nem por 1 segundo o Cristo foi (nem é, nem será) sequer 1 mm menos que 100% Deus! Jo 1:1; 2Co 4:4; Cl 1:15; 2:9; He 1:3. Ver 3.8-A Divindade do Filho.
d.b. Há erro, mesmo que menos grave, no ensino de que “o Cristo, mesmo nunca deixando de ser 100% Deus, nunca chegando a ter 1 mm a menos de nenhum dos Seus atributos de divindade, voluntariamente deixou, aqui na terra, de exercer, usar independentemente, manifestar externamente alguns desses atributos: Onipresença Jo 11:14-15. Onisciência Mc 13:32; Lc 8:45-46. Onipotência Jo 5:19-20.”
- Isto poderia ser possível para onipotência e, talvez, onipresença. Mas, até para homens e anjos, é impossível que se decida não saber o que já se sabe [6] !!! É impossível, mesmo por 1 segundo, Deus deixar de conhecer o que conhece: tudo!
- Lc 8:45-46 é apenas antropomorfismo, o Cristo rebaixando-Se a falar em termos das limitações dos homens (como Deus perguntando a Adão “onde estás?” Gn 3:9, etc.).
- Em Mc 13:32 (“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que [estão] no céu, nem o Filho, senão o Pai.”) o contexto é Filho do Homem, o Cristo como o homem perfeito, representando a humanidade.
d.c. A posição correta é que, pelo ângulo da Sua posição de homem e representante da humanidade, o Cristo podia dizer que não era onisciente, não sabia do dia e da hora, mas na realidade Sua pessoa integral sempre foi é e será onisciente, o Cristo sempre soube qual será aquele dia e hora, pois Sua inseparável e indesligável natureza divina é onisciente (Ver 3.8-Divindade_Onisciência, acima). Analogia: um diplomata pode ao mesmo tempo saber de algo (como pessoa total) e não sabê-la (na qualidade de porta-voz do País)! Dizer de si mesmo “O embaixador não sabe” é diferente de dizer “Meu eu total não sabe”. Apenas na Sua posição de homem é que o Cristo se limitou em vários aspectos.
e. v 7b: “havendo tomado a forma [morphe = natureza e essência perceptíveis, mas verdadeiras, permanentes e totais] de um servo, havendo Se tornado em [a] semelhança [homoioma = similitude] de homens;”. O Verbo Se fez carne Jo 1:14, recebeu um corpo Cl 2:9, no Cristo toda a plenitude da divindade habitou em forma corpórea He 10:5.
f. v. 8: E, havendo sido achado na forma [schema = figura, aspecto exterior visivel aos olhos humanos] de um homem, humilhou-se a Si mesmo havendo se tornado obediente até a morte, mesmo morte de uma cruz.”

MINISTÉRIO TERRESTRE (breve esboço dos principais pontos):


EM BELÉM NASCEU LC 2:7, E FOI CIRCUNCIDADO LC 2:21. FOI PARA O EGITO MT 2:14, VOLTOU E CRESCEU EM NAZARÉ LC 2:39. AOS 12 ANOS DEBATEU NO TEMPLO LC 2:42. AOS 30 ANOS FOI BATIZADO MT 3:16, TENTADO MT 4:1, FEZ SEU 1O. MILAGRE REGISTRADO, EM CANÁ JO 2:7-9, E A 1A. PURIFICAÇÃO DO TEMPLO JO 2:15. DEPOIS, FALOU A NICODEMOS JO 3, À SAMARITANA JO 4, PREGOU SEU SERMÃO SOBRE ISAÍAS 61, EM NAZARÉ, LC 4. ESCOLHEU OS DOZE MT 10:2-4, PREGOU O SERMÃO DA MONTANHA MT 5-7, A PARÁBOLA DO SEMEADOR MT 13, ALIMENTOU OS 5000 JO 6, ANDOU SOBRE AS ÁGUAS JO 6:19, PERDOOU ADÚLTERA JO 8, CUROU CEGO DE NASCENÇA JO 9, PREGOU SERMÃO DO BOM PASTOR JO 10, RECEBEU A CONFISSÃO DE PEDRO MT 16:16, TRANSFIGUROU-SE MT 17. PREGOU A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO LC 10, A DO RICO LOUCO LC 12, A DO FILHO PRÓDIGO LC 15. RESSUSCITOU LÁZARO JO 11, FALOU AO JOVEM E RICO GOVERNADOR MT 19, CONVERTEU ZAQUEU LC 19, FOI UNGIDO POR MARIA DE BETÂNIA JO 12, ENTROU TRIUNFALMENTE EM JERUSALÉM MT 21, AMALDIÇOOU A FIGUEIRA MT 21:19. DENUNCIOU OS LÍDERES DE ISRAEL MT 23. CHOROU POR JERUSALÉM MT 23:37-39; LC 19:41. FEZ DISCURSO DO MONTE DAS OLIVEIRAS MT 24-25. CELEBROU A ÚLTIMA CEIA JO 13-14. OROU E SOFREU NO GETSÊMANE JO 18. FOI COVARDEMENTE JULGADO E CONDENADO POR PILATOS JO 19, E CRUCIFICADO JO 19. SALVOU UM DOS LADRÕES LC 23:39-43. RESSUSCITOU EM GLÓRIA MT 28; MC 16; LC 24; JO 20. APARECEU A MARIA MAGDALENA JO 20; APARECEU NA ESTRADA DE EMAÚS LC 24. APARECEU AOS SEUS DISCÍPULOS LC 24. RESTAUROU PEDRO JO 21. ASCENDEU AO CÉU LC 24:51.


OFÍCIOS

a. Profeta: Ministério passado (de revelar, apresentar Deus ante os homens, sabendo os segredos + problemas + necessidades: do passado, do presente, e do futuro), começou plenamente na imersão e terminou na ascensão [7]. Este ministério foi previsto por Moisés Dt 18:18-19 (cf. Jo 1:21), e reconhecido pela samaritana Jo 4:19; galileus Lc 7:16; povo de Jerusalém Mt 21:11; Jo 7:40; inimigos Lc 22:64; discípulos de Emaús Lc 24:19.
b. Sacerdote: Ministério presente (de interceder pelo homem e representá-lo homem ante Deus), começou na ascensão e terminará na 2a. vinda do Cristo. Para ser sacerdote, o Cristo foi tomado entre os homem He 2:16; 4:15, foi aperfeiçoado pelo sofrimento He 2:10, empatiza conosco quando somos provados He 2:17-18 + 4:15-16, tem compaixão por nós, Seus semelhantes Hb 5:1-2, foi escolhido por Deus Nu 16:5; Mt 3:16-17; 17:5; He 5:4-6, foi consagrado a Deus Lv 21:6-7; Lc 1:35; He 7:26. Como sacerdote, o Cristo ofereceu a Si mesmo como sacrifício He 2:9; He 5, intercedeu e intercede pelo Seu povo Lc 22:31-32; Jo 17; Rm 8:34; Hb 7:25, abençoa Seu povo Ef 1:3; 2:11-22.
c. Rei: Ministério futuro (de reinar por e para Deus), começará na 2a. vinda do Cristo e durará por toda eternidade [8]. Para ser Rei, o Cristo veio da tribo de Judá Gn 49:10, e da semente de Daví 2Sm 7:8-17; Sl 89:3-4; Ap 5:5. Como rei, o Cristo reinará pessoal-onipotente-oniscientemente Jr 23:5-6; Zc 14:9, com vara de ferro Sl 2:8-9; Ap 2:27; 19:15, trazendo universais paz Is 2:4 e justiça Is 11:4-5. Ver Cap. 10-Escatologia, seção 5-A Dispensação do Reino dos Céus.

MORTE: O Cristo é estimado sobretudo pela Sua morte! O propósito da Encarnação foi a Expiação (Mc 10:45; He 2:9,14; 9:26; 1Jo 3:5)!
a. Quão terrível e comovente! Contemplada no V.T.: Sl 41:9; 22:1,6-8,16-18; 69:21; Is 50:6; 53:4-7; Dn 9:26; Zc 11:12-13; 13:7; Lc 24:25-27; 1Pe 1:10-11, Contemplada no N.T.: Mt 17:22-23; Jo 16:16-17. Contemplada pelos anjos: Ef 3:10; 1Pe 1:12.
b. Seu escopo: - A expiação é: Suficiente para todos Jo 1:29; 1Tm 2:6; 4:10; Hb 2:9; 1Jo 1:2:2. Eficaz para salvação de todos que crêem Jo 1:12. Eficaz para juízo de todos que permanecerem na incredulidade Jo 3:18; 16:9.
- O Cristo morreu pelo:
. Mundo inteiro Jo 1:29; 3:16; 1Tm 2:6; 4:10; Tt 2:11; 2Pe 2:1; 3:9; 1Jo 2:2, cada homem Hb 2:9, pecadores Rm 5:6-8; 1Tm 1:15; 1Pe 3:18.
O cordeiro Pascal Ex 12. Os sacrifícios levíticos Lv 1-7. A ordenança do novilho vermelho Nu 19. O sacrifício do dia da expiação Lv 16. A arca 1Pe 3:18-22. A passagem através do Mar Vermelho 1Co 10:1-2. Os 2 memoriais Js 3-4. O ramo lançado nas águas de Mara Ex 15:23-26. A rocha ferida 1Co 10:4. A serpente de bronze Jo 3:14.
d. Sua importância: Os últimos 3 dias da vida terrestre do Cristo ocupam 1/5 dos evangelhos! Jogue fora a morte do Cristo + sua interpretação na Bíblia, e você rebaixará Cristianismo ao nível das religiões pagãs. Concentram(!)-se ponderando a morte do Cristo: toda a Bíblia Lc 24:27,44, os profetas 1Pe 1:11, Moisés e Elias Lc 9:30-31 (o único assunto da Transfiguração!), o evangelho 1Co 15:1-5, os apóstolos 1Co 1:18,23; 2:2; Gl 6:14; os anjos 1Pe 1:12, as 4 criaturas viventes e os 24 anciãos de Ap 5:8-10 (o tema central do novo cântico!), e até os anjos ao redor do trono Ap 5:11-12. O Cristo falou muito sobre a da Sua morte: Mt 17:22-23; 26:31,46; Mc 10:33-34; 14:8; Lc 9:22; Jo 2:19; 3:14; 10:17; 12:32; 16:7. É indispensável para nossa salvação Jo 3:14-15; 12:24. Deus, justo, não pode perdoar nosso pecado somente pelo nosso arrepencimento, Ele só pode nos perdoar após a pena ter sido paga (!) Rm 3:25-26; Mt 16:21; Mc 8:31; Lc 9:22; 17:25; 24:7; Jo 12:32-34; At 17:3.


Sua natureza:
Pré-decretada At 2:23; 1Pe 1:18-20; Ap 13:8.
Voluntária Jo 10:17-18; Gl 2:20.
Sacrifício (holocausto), infinito e definitivo, pelo pecado Ex 12:13,23; Is 53:10; 1Co 5:7; He 9:14.
Expiatória (apaziguando, pagando a pena, satisfazendo a justiça) Is 53:4-6; Gl 3:13.
Propiciatória (cobrindo, tornando favorável) Lv 4:35; Sl 51:9; Is 38:17; 53:8,10-12; Mq 7:19; Rm 1:2; 3:25-26; 1Jo 2:2; 4:10 [9] [10].
Redentora (resgatando por meio de pagamento) Mt 20:28; Lc 1:68; Gl 3:13; 4:4-5; He 9:12.
Vicária (substitutiva, em lugar de outros) Lv 1:2-4; Is 53:4-6,12; Mt 1:21; Mc 10:45; Jo 1:29; Rm 4:25; 1Co 15:3; 2Co 5:21; Gl 3:13; He 9:28; 1Pe 2:24; 3:18.
g. Sua necessidade: Antes da criação foi decretada por Deus At 2:23; Gl 4:4-5; 1Pe 1:18-20 e voluntariamente aceita pelo Verbo. Porque o homem é pecador Is 59:1-2; Rm 3:10-20; Ef 2:13; 1Pe 2:25, Deus é infinitamente santo Lv 11:44; Pv 15:9; Hc 1:13, e perfeita e infinitamente amor Jo 3:16; 1Jo 2:1-2; 4:10. As profecias tinham que se cumprir Sl 69; Sl 22; Is 53; Lc 24:25-27.
h. Seus resultados:
- Aos homens em geral é introduzida a dispensação da graça Tt 2:11:
. Nova oportunidade Jo 3:16-18; At 17:30-31; Rm 3:25; 2Pe 3:9.
. Movente atração Jr 31:3; Jo 12:32-33 contraste 5:40.
. Propiciação provida 1Jo 2:2; 4:10.
. Removido “o pecado do mundo” (a condenação devida por Adão!) Jo 1:29; Rm 5:18.
- Ao crente, que é uma nova criação 2Co 5:17:
. Salvo da pena do pecado Jo 5:24; At 13:38-39; Rm 8:1-3,33-34.
. Salvo do poder escravizante do pecado He 9:26, morto para o pecado Rm 6:1-3,6,8; 2Co 5:14-15; Gl 2:20; 6:14; 1Pe 2:24.
. Salvo da presença do pecado e possibilidade de pecados [após reunião com o Cristo].
. Comprado por e para Deus (At 20:28; 1Co 6:20; Ef 1:13-14; 1Pe 1:18-19; Ap 5:9-10), da maldição (Is 42:21; Gl 3:10,13; Tg 2:10) e da escravidão (Rm 7:1-4,6; Cl 2:14) da lei.
. Removida a barreira entre judeus e gentios Gl 3:28; Ef 2:14-16.
. Certeza da adoção como filho (manifestar-se-á na glorificação do corpo) Jo 1:12; Gl 4:3-5.
. Anulada a distância para Deus Ef 2:13.
. Reconciliação com Deus Rm 5:10; Cl 1:20,22.
. Paz com Deus Rm 5:1, possibilitando a paz de Deus Fp 4:7.
. Redenção, perdão dos pecados Gl 3:13; Ef 1:7; Cl 1:14 (T.Recebidos); Ap 5:8-12.
. Purificação continuada dos pecados Lv 14:19,31; 16:30; 17:11; Jr 33:8; Sl 51:7; Mt 26:28; Rm 3:25; 5:9; Ef 1:7; He 9:22-23; 1Jo 1:7,9; Ap 7:14.
. Santificação posicional (Fp 1:1; He 3:1; 10:10), experiencial-condicional-progressiva (Jo 17:17; 2Co 3:18 cf. Sl 34:5; Ef 5:25-26; 1Ts 5:23-24), e completa-definitiva (Ef 5:27; 1Jo 3:2).
. Imputação da justiça Rm 5:9.
. Garantida vitória sobre a morte (1Co 15:56-57) e seu temor (He 2:14-15), o eu (Gl 2:20), a carne (Gl 5:24), o mundo (Gl 6:14), Satanás (Gl 2:15).
. Doação de todas as coisas Rm 8:32.
- A Satanás e os poderes das trevas têm derrota assegurada Cl 2:14-15:
. Expulsão judicial Jo 12:31-33; 1Jo 3:8 e executada Ap 12:7-11.
. Anulamento presente Hb 2:14; Cl 2:14-15; Ef 6:12, limitação próxima Ap 12:7-11, acorrentamento Mt 8:29; Ap 20:1-3, eterno lago de fogo Ap 20:7-14.
- Ao universo material foi assegurada sua libertação da maldição e seu reconciliamento com Deus Rm 8:21: Is 11; 35; Rm 8:20-23; Cl 1:19-20; He 9:23-24; 2Pe 3 (especialmente v.13); Ap 21; 22.

i. SEU DIA DE SEMANA: MAT 12:40 “... ESTARÁ O FILHO DO HOMEM TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO SEIO DA TERRA.” IMPLICA QUE O CRISTO MORREU NA QUARTA-FEIRA (APÓS O POR DE SOL E ANTES DO APARECIMENTO DA 1A. ESTRELA EX 12:6; A TUMBA, APÓS LONGO EMBALSAMAMENTO, FOI FECHADA PRÓXIMO AO FINAL DA NOITE DA QUARTA-FEIRA (AÍ COMEÇARAM OS 3 DIAS E 3 NOITES); E O CRISTO RESSUSCITOU PRÓXIMO AO FINAL DA NOITE DO SÁBADO. ISTO CASA COM O FATO DE QUE O DIA 15 DO MÊS DE NISSAN DO ANO 32 FOI UMA QUINTA-FEIRA MAS FOI TAMBÉM UM SÁBADO (DIA SANTIFICADO PARA CESSAÇÃO DE TRABALHOS E REPOUSO, POIS ERA O 1O. DIA DA FESTA DOS PÃES ASMOS NU 28:16-18, ETC.); ASSIM, QUARTA-FEIRA, SUA VÉSPERA, PODIA SER LEGITIMAMENTE CHAMADA “VÉSPERA DO SÁBADO”.


PROVAS:

- FOI PROFETIZADA NO V.T. SL 41:9; 22:1,6-8,16-18; 69:21; IS 50:6; 53:4-7; DN 9:26; ZC 11:12-13; 13:7; LC 24:25-27; 1PE 1:10-11, E NO N.T. MT 17:22-23; JO 16:16-17.
- SANGUE +ÁGUA JORRARAM DO SEU LADO JO 19:34.
- OS [EXPERIENTES] CENTURIÃO E SOLDADOS O DECLARARAM MORTO MC15:45; JO 19:33.
- NICODEMOS E JOSÉ LONGAMENTE EMBALSAMARAM UM MORTO JO 19:38-40.
- MULHERES FORAM UNGIR UM MORTO MC 16:1.
- VÊ-LO RESSURRETO (VIVO E FORTE, AO 3O. DIA!) ASSOMBROU OS DISCÍPULOS MT 28:17; LC 24:37-38; JO 20:3-9.


DESCIDA AO CORAÇÃO DA TERRA

MT 12:40: O CRISTO FICOU 3 DIAS E 3 NOITES (ISTO É, DO PRÉ-ALVORECER DA QUINTA-FEIRA ATÉ O DO DOMINGO, VER ACIMA) NO CORAÇÃO DA TERRA, COM A PORTA DO TÚMULO FECHADA.
EF 4:9: ENQUANTO ISTO, O CRISTO “TINHA DESCIDO” NÃO “À TERRA”, MAS SIM “ÀS PARTES MAIS BAIXAS DA TERRA”, QUE TEÊM QUE SER O SEU CENTRO.
SL 16:10: A ALMA DO CRISTO NÃO FICOU PARA SEMPRE NO HADES = SHEOL = INFERNO (LUGAR DA HABITAÇÃO DOS MORTOS, QUE ENTÃO TINHA 2 COMPARTIMENTOS ETERNOS E INESCAPÁVEIS (UM O PARAÍSO DOS SALVOS, OUTRO O LOCAL DE SOFRIMENTO DOS PERDIDOS) LC 16:19-31, E AGORA SÓ TEM 1 COMPARTIMENTO (DE SOFRIMENTO). O CORPO DO CRISTO NÃO CONHECEU A MENOR CORRUPÇÃO.
1Pe 3:18-20: O CRISTO “PREGOU” (PROCLAMOU, SEM EXIGIR A IDEIA DE OFERTA DE 2A. OPORTUNIDADE!) JULGAMENTO AOS ESPÍRITOS EM PRISÃO . ESTES SÃO DEMÔNIOS JÁ NO TÁRTARO 2PE 2:4 E JD 1:6 [POR TEREM TENTADO CORROMPER A CARNE HUMANA E ASSIM IMPEDIR A PROMETIDA ENCARNAÇÃO DO CRISTO? GN 3:15; 6:1-4]). ESTA PREGAÇÃO PODERIA TER O TÍTULO: “VOCÊS FALHARAM!”
O CRISTO DEPOPULOU A METADE DO HADES QUE ABRIGAVA O PARAÍSO E TODOS OS SALVOS DO V.T. QUE HAVIAM MORRIDO LC 16:19-31. O DÉBITO EFETIVAMENTE PAGO, ELES PUDERAM ENTRAR NO 3O. CÉU 2CO 12:2.

RESSURREIÇÃO

- “FARSA: JESUS OU SEUS DISCÍPULOS (OU AMBOS), PERVERSAMENTE TRAMARAM O CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS” MAS COMO OBTERIAM: O NASCIMENTO TER SIDO EM BELÉM, A GENEALOGIA, OS MILAGRES, A ACEITAÇÃO, OS SOLDADOS NÃO QUEBRAREM SEUS OSSOS NEM RASGAREM SUA CAPA, DESMAIAREM DE PAVOR ANTE LUZ, O CRISTO SAIR DA TUMBA, ETC., ETC., ETC.?

- “DESMAIO: JESUS DESMAIOU/PAROU SINAIS VITAIS NA CRUZ E VOLTOU A SI NA TUMBA.” IDEM. COMO SAIRIA DA TUMBA?

- “ALUCINÓGENOS: OS DISCÍPULOS TIVERAM ALUCINAÇÃO POR DROGA.” IDEM. NENHUM TRAÇO DE MAIS DE 500 USUÁRIOS DE ALUCINÓGENOS.

- “ESPÍRITO: SÓ ALMA&ESPÍRITO RESSUSCITARAM.” ELE COMEU; TINHA CICATRIZES, FOI TOCADO, ETC.

- “SENTIMENTALMENTE: JESUS SÓ RESSUSCITOU NO CORAÇÃO DOS AMIGOS”. MAS ESTES NÃO ESPERAVAM NEM CRIAM NA RESSURREIÇÃO...

b. Profetizada por muitos: Sl 16:10; Is 53:9-12; Mt 16:21; 17:19,22-23; 20:18-19; 26:32; Lc 9:22; Jo 2:18-22.
c. Duvidada [11] até pelos Seus seguidores (mas não pelos fariseus! Mt 27:62-64): mulheres Mc 16:1-3; Maria Magdalena Jo 20:13; Pedro e João Lc 24:12; Jo 20:9; apóstolos Lc 24:9-11; Cleofas e esposa, de Emaús 24:13-31; Tomé Jo 20:24-29.
d.Descrita por um (Paulo): 1Co 15 (especialmente v.4-8).
e. Provas:
- Túmulo vazio Lc 24:3; Jo 20:1-8 [12] [13] [14].
- Um roubo aguerrido ou furtivo não deixaria para trás as faixas (miraculosamente “murchas”) e o lenço (bem arrumado), conforme vistos por testemunhas mesmo inimigas e nunca negados pelos judeus.
- Tremenda transformação nas vidas dos discípulos (Tiago e os outros irmãos de Jesus, não crentes, foram transformados para crentes Jo 7:3-5; 1Co 15:7; os apóstolos, naturalmente medrosos Mc 14:69-70, para supernaturalmente sem temor At 2:14,22-23; 3:14; 4:10; 5:29-32).
- Testemunho ocular e categórico dos apóstolos e muitos primeiros discípulos At 2:14,22-24; 17:31; 1Co 15:4-8.
- Testemunho do próprio Cristo Ap 1:18.
- Romanos e fariseus jamais tentaram provar a falsidade da ressurreição!
- O principal dia de adoração mudou de sábado para domingo(!) At 20:7; 1Co 16:2.
- O imediato aparecimento das igrejas, com poder e crescendo rapidamente.
- O N.T. é efeito da ressurreição.
F. 17 APARIÇÕES:

1A. A MARIA MADALENA (!) (AO ALVORECER DO DOMINGO): JO 20:11-17 CF. MC 16:9-11.
2A. ÀS OUTRAS MULHERES: MT 28:5,8-10.
3A. A PEDRO (!) (À TARDE): MC 16:7 COMPARE. SL 23:3; LC 24:34; 1CO 15:5.
4A. AOS 2 DISCÍPULOS NA ESTRADA PARA EMAÚS (CLEOFAS E ESPOSA, AO ANOITECER): MC 16:12; LC 24:13,14,25-27,30-32.
5A. A 10 DOS APÓSTOLOS (À NOITE, TOMÉ AUSENTE): MC 16:14; LC 24:36-43; JO 20:19-23.
6A. AOS 11 APÓSTOLOS (NO DOMINGO SEGUINTE, TOMÉ PRESENTE): LC 24:10-11; JO 20:26-29.
7A. A 7 DOS APÓSTOLOS (NO MAR DA GALILÉIA): JO 21:1-23.
8A. A 500 (!) DISCÍPULOS: 1CO 15:7.
9A. A TIAGO, IRMÃO DE JESUS: 1CO 15:7 (ANTES DA RESSURREIÇÃO, ERA DESCRENTE JO 7:3-5; POUCO DEPOIS, CRENTE AT 1:14; GL 1:19)
10A. AOS 11 APÓSTOLOS (NAS MONTANHAS DA GALILÉIA), DANDO-LHES A GRANDE COMISSÃO MT 28:16-20; MC 16:15-18; 1CO 15:7.
11A. NA ASCENSÃO (DO MONTE DAS OLIVEIRAS): LC 24:44-53; AT 1:3-9.
12A. A ESTEVÃO (NO SEU MARTÍRIO): AT 7:55-56.
13a. A PAULO, NA ESTRADA PARA DAMASCO, PARA CONVERTÊ-LO: AT 9:3-6; CF. 22:6-11; 26:13-18.
14A. A PAULO, NA ARÁBIA, PARA INSTRUI-LO PROFUNDAMENTE: AT 26:17; GL 1:12,17; CF. AT 22:10.
15a. A PAULO, NO TEMPLO, PARA AVISÁ-LO DE PERSEGUIÇÃO: AT 22:17-21; CF. 9:26-30; GL 1:18.
16A. A PAULO, NA PRISÃO EM CESARÉIA , PARA ENCORAJÁ-LO: AT 23:11.
17a. A JOÃO, EM PATMOS, PARA DAR-LHE A “REVELAÇÃO DO NOSSO SENHOR...”: AP 1:12-20.


g. Importância da ressurreição do Cristo: Ver 1Co 15:12-19: Todo o cristianismo se firma ou desmorona com a ressurreição corporal do Cristo (!), e seu maior símbolo não é a cruz, mas sim o túmulo vazio! A ressurreição é vital, para aplicação da salvação provida pela morte do Cristo:
- Ele é sobre todos, e é cabeça das igrejas Ef 1:20-22;
- Deu o Espírito Santo Jo 1:33; At 1:5; 2:32-33; 11:15-17;
- Dons Ef 4:7-13;
- Reino + arrependimento + remissão At 5:31;
- Aperfeiçoa Rm 5:8-10.
- Demonstrou o infinito poder de Deus At 2:24 (este mesmo poder continua disponível aos já salvos Ef 1:19-20!).

QUEM NEGAR ESTA RESSURREIÇÃO É FORÇADO A 6 HORRÍVEIS CONCLUSÕES:
- TODA PREGAÇÃO DO EVANGELHO TEM SIDO, É, E SEMPRE SERÁ COMPLETAMENTE INÚTIL;
- TODA A FÉ PASSADA, PRESENTE E FUTURA, É LOUCA E INÚTIL;
- TODOS OS PREGADORES SÃO OS MAIORES LOUCOS OU MENTIROSOS;
- TODOS OS CRENTES VIVOS ESTÃO AINDA NOS SEUS PECADOS, INDO PARA O INFERNO, OS MORTOS JÁ ESTANDO LÁ;
- TODOS OS CRENTES MORTOS ESTÃO SOFRENDO NO INFERNO, PARA SEMPRE;
- A RAZÃO E PROPÓSITO DA PRÓPRIA VIDA ESTÃO PARA SEMPRE DESTRUÍDOS.


h. A ordem das ressurreições: (As ressurreições prévias foram efêmeras, os corpos ressurretos ainda sendo iguais aos anteriores).
Há 2 tipos de ressurreição definitivas:
- A 1a. ressurreição (para a vida):
. Etapa Primícias: o Cristo 1Co 15:23; Mt 28:5-8; Mc 16:2-8; Lc 24:1-8.
. Etapa Igrejas ou Arrebatamento: todos os salvos do N.T., no Arrebatamento 1Ts 4:16; 1Co 15:23,53. Corpo imortal, eterno e glorificado.

. ETAPA V.T. + MÁRTIRES DA TRIBULAÇÃO: TODOS OS SALVOS DO V.T. + MÁRTIRES DA TRIBULAÇÃO, AO FINAL DOS SEUS 7 ANOS IS 26:19; DN 12:2-3; JO 5:24; AP 20:4-6. CORPO IMORTAL, ETERNO E GLORIFICADO.
- A 2a. ressurreição (para a morte): ocorrerá após o Milênio Ap 20:5,11-13. Corpo imortal e eterno, mas não glorificado. Sofrerá eterna pena no Lago de Fogo.
i. A natureza do corpo ressurreto do Cristo (teremos corpos similares! 1Jo 3:1-3):
- Real (ver provas da morte, acima).
- Corporal: profetizado Mt 12:40; Jo 2:19-21; tinha carne e ossos Lc 24:39; carne, incorrompida Sl 16:10; At 2:31; pés seguráveis Mt 28:9; foi tocado Mt 28:9; comeu Lc 24:41-43; reconhecido Lc 24:41-43; Jo 20:16,20; 21:7, e com marcas dos cravos Lc 24:34-40; Jo 20:25-28, e da lança Jo 20:27, ambas visíveis mesmo na Sua 2a. vinda Zc 12:10; Ap 1:7; 5:6.
- Atravessa tudo, está acima das leis materiais Jo 20:19; Lc 24:31,36. Não precisa dormir, etc., mas pode comer Lc 24:41-43; Jo 21:12-13. É imortal, eternamente Rm 6:9-10; 2Tm 1:10; Ap 1:18.
j. Exemplo-analogia da ressurreição: um grão de trigo Jo 12:24; 1Co 15:35-38.
k. A superioridade da ressurreição: 1Co 15:39-41. Como o homem é superior à besta, o céu à terra, o sol à lua! Aleluia!
l. Os resultados da ressurreição do Cristo (1Co 15:42-58):
- Cumpre as promessas aos pais: bênçãos a todas as nações Gn 12:3 (= 22:18= 26:4= At 3:25); Gl 3:16; vitória sobre o Serpente Gn 3:15. O Cristo ressurreto é o “Sim” e o “Amém” a todas as promessas 2Co 1:20.
- Demonstra a filiação e divindade do Cristo: Mt 12:38-40; Lc 24:3; Jo 2:18-22At 2:36; Rm 1:4.
- Quanto ao crente:
. Bênçãos imediatas: garantias das: nossa justificação Rm 4:25; poder e força para hoje Ef 1:18-2:10; frutos do trabalhar Rm 7:4; 1Co 15:58; sacerdócio do Cristo Jo 11:42; Rm 5:9-10; 8:34; Ef 1:20-22; 1Tm 2:5-6 He 7:22,25; 1Jo 2:1; suprimento das necessidades Fp 3:10; viva esperança 1Pe 1:3-4; nossa ressurreição 2Co 4:14; 1Ts 4:14; exemplifica o poder à nossa disposição Ef 1:19-20.
. Bênçãos futuras Jo 5:28-29; 6:40; At 4:2; Rm 8:11; 1Co 15:20-23,42-44; 2Co 4:14; 1Ts 4:14: trocar corrupção por incorrupção; desonra por glória; fraqueza por poder; corpo material por espiritual.
- Quanto ao Salvador: marca da Sua filiação e deidade At 10:40; Rm 1:4; base para Sua exaltação At 5:30-31; Fp 2:9-11; marca o início da Sua posição de cabeça sobre cada igreja Ef 1:19-23; garante Seu futuro assentar no trono de Daví At 2:32-36; 3:19-25.
- Quanto ao pecador: penhor e advertência da vinda do dia de julgamento At 17:31, pondo selo de garantia sobre promessas de Jo 5:22,27-29; 16:8-11; At 10:42; 17:31.
- Quanto ao diabo: selou sua condenação para sempre He 2:14; Ap 20:10.
- Quanto ao sábado: transferiu o dia de adoração de sábado para domingo At 20:7; 1Co 16:2; He 7:12.
m. Símbolo da ressurreição: o batismo (a imersão simboliza a morte, a emersão simboliza a ressurreição): Rm 6:3-5; Cl 2:11-13.
3.18. ASCENSÃO E PRESENTE EXALTAÇÃO E MINISTÉRIO
- Sua ascensão: Fato: Mc 16:19; Lc 24:50-51; At 1:9; Ef 4:8-10; Fp 2:9; 1Tm 3:16; He 4:14; 1Pd 3:22. Profecias: Jo 6:62; 20:17
- Sua presente posição: corporalmente à destra do Pai Cl 3:1; He 1:3; 8:1; 10:12-13; 12:2; 1Pe 3:22. Mas, espiritualmente, realmente onipresente Ef 4:10, para ser adorado em todos locais.
- Sua presente glorificação (exaltação propriamente dita): coroado com glória e honra He 2:9. Corpo da Sua glória Fp 3:21. Descrito por João Ap 1:12-18. Nome acima de todo nome Fp 2:9.Novo nome + entronamento à destra de Deus Mt 22:18; He 10:12. Cabeça do Seu corpo, a igreja [15] Ef 1:22. Ver abaixo ¯
- Propósito da Sua ascensão (Seu presente ministério):
. Ser nosso precursor He 6:19-20.
. Preparar-nos lugar Jo 14:2.
. Conceder dons espirituais aos crentes individuais 1Co 12:4:11 e às igrejas Ef 4:10-14 (crentes ministrando).
. Ser nosso grande sumo sacerdote, encorajando-nos e dando-nos acesso ao trono da graça He 4:14-16.
. Ser nosso grande sumo sacerdote que ora por nós Rm 8:34; He 4:14-16; 5:5-10; 6:20; 7:21,25-27; 8:1-6; 9:24
. sendo nosso Intercessor (devido às nossa deficiência e fragilidade) Lc 22:31-32 + He 7:25,
. e nosso Advogado (devido aos nossos pecados) 1Jo 2:1-2; He 9:24.
. Para reassumir o lugar com o Pai Jo 16:28; At 1:9-11; Ef 1:20; He 1:3.
. Para enviar a promessa do Pai (o Espírito Santo) Mt 28:20; Jo 14:2-3,16-17; 16:7; At 1:4; 2:33.
. Para cuidar por Suas igrejas (!) Ap 1:10-3:22.
. Para operar através do Seu povo (Jo 14:12).
. Estão sob Ele os anjos 1Pd 3:22 e todas as coisas Ef 1:2.
. Para esperar até que seus inimigos sejam postos por escabelo dos seus pés Hb 10:12-13.

ETAPA NO ARREBATAMENTO, PARA OS CRENTES DAS IGREJAS, PARA RECEBÊ-LOS, NOS ARES. 1TS 4:13-18; 1CO 15:51-57.
2A. ETAPA (SUBSEÇÃO 10.4): NA REVELAÇÃO (APÓS A TRIBULAÇÃO), COM OS CRENTES DA IGREJA, PARA JULGAR O MUNDO, NA TERRA. MT 24:29-31; JD 14; AP 1:7; 19:11-21. EM GLÓRIA MT 25:31. TODO JOELHO SE DOBRARÁ E CONFESSA-LO-Á COMO SENHOR FP 2:10-11.
. REINO MILENAR - PROFETIZADO: IS 9:6-7; JR 23:5-6; LC 1:32-33.
TIPOS RELACIONADOS COM O CRISTO, NO V.T. (SÃO AS ESCRITURAS “QUE DE MIM TESTIFICAM” JO 5:39)

- ADÃO: SUA POSIÇÃO DE AUTORIDADE SOBRE UMA NOVA CRIAÇÃO GN 1:28; RM 5:17-19; 1CO 15:22,45,47; HE 2:7-9.
- MOISÉS: SEU MINISTÉRIO DE PROFETA DT 18:15-18; HE 3:5-6.
- MELQUISEDEQUE: SEU MINISTÉRIO DE SACERDOTE GN 14:18-20; SL 110:4; HE 5-8.
- DAVÍ: SEU MINISTÉRIO DE REI 2SM 7:1-17; MC 11:10; AP 5:5; 22:16.
- JEREMIAS: SUAS DORES JR 3:20; 5:1-5; 8:20-22; 9:1; 10:19; 11:19.
- JOSÉ: SEUS SOFRIMENTOS: ODIADO SEM CAUSA GN 37:4,8; JO 15:25. ESCARNECIDO GN 37:19; LC 22:63. TRAMARAM CONTRA ELE GN 37:20; JO 11:53. DESPIDO DA SUA CAPA GN 37:23; JO 19:23-24. VENDIDO POR PRATA GN 37:28; MT 26:14-16. CALUNIADO GN 39:14; MT 26:61. CATIVEIRO COM 2 HOMENS CULPADOS GN 40:1-3; LC 23:32-33, (UM É SALVO, OUTRO NÃO) . NÃO RECONHECIDO PELOS PRÓPRIOS IRMÃOS GN 42:8; JO 1:11.
- ISAQUE: SUA MORTE GN 22:2,8,10; MT 26:36,42-43.
- JONAS: SUA RESSURREIÇÃO JN 1:17; MT 12:40; 16:4; LC 11:29.
- JOSUÉ: SUA VIDA VITORIOSA JS 1:3,5-6,8-9; JO 10:17-18; 19:30.
- NOÉ: SUA VIDA SALVADORA GN 6:13-14,17-18; 1PE 3:18-22.
- ABRAÃO: SEU PAI GN 22:7-8; MT 26:36,42-43.
- DANIEL: SUA ACEITAÇÃO PELO PAI DN 9:23; 10:11,19; MT 3:17; 17:5.
- ELIAS: SEU PREDECESSOR IS 40:3-4; MT 17:11-12.
- ELISEU: SEUS MILAGRES 2RE 2:9; JO 3:2.
- EZEQUIEL: SUAS PARÁBOLAS EZ 17:2; 20:49; MT 13:3.
- RUTE: SUA IGREJA REDIMIDA RU 2-4; 2CO 11:2.
- BOAZ: SEU AMOR PELAS IGREJAS RU 2-4; EF 5:25-27.
- ESDRAS: SEU ZELO PELAS ESCRITURAS NE 8; MT 21:42; 22:29; MC 12:10,24; LC 4:21; 24:27; JO 10:35.
- NEEMIAS: SEU ZELO PELA CIDADE SANTA NE 1:2; MT 23:37-39; LC 19:41.
- ABSALÃO: OPOSIÇÃO TRAIÇOEIRA DE JUDAS (2SM 15; MT 26:14) E ENGANADORA DO ANTICRISTO (2SM 15; AP 13).
- SALOMÃO: SUA SABEDORIA 1RS 3:11-13; LC 4:22; JO 7:46.
- LÓ: SEUS SEGUIDORES RECAÍDOS GN 19; 2PE 2:7.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
WILLMINGTON, H. L. - WILLMINGTON’S GUIDE TO THE BIBLE, TYNDALE HOUSE PUB., INC., 1981. PAGES 609-635.
BANCROFT, EMERY H. - TEOLOGIA ELEMENTAR - DOUTRINÁRIA E CONSERVADORA, THIESSEN, HENRY C. - LECTURES IN SYSTEMATIC THEOLOGY, WILLIAM B. EERDMANS PUB. CO., 1979. PAGES 206-250.
GORDON, WALTER R. - CARTAS PESSOAIS, SOBRE A KENOSIS DO CRISTO.
DIVERSOS - NOTAS DE SERMÕES, ESTUDOS, CONVERSAS, CARTAS, ETC.