sexta-feira, 31 de outubro de 2008

TERÇEIRA BEM-AVENTURANÇA

(Mt 5.5)
“Bem-Aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra”.

Há bem pouca diferença entre “ser pobre em espírito” e ser “manso”. Não obstante, existe uma ligeira distinção, ou seja, que a primeira designação descreve o homem mais como é ele em si mesmo, ou seja, de coração quebrantado, enquanto a segunda o retrata mais especificamente em sua relação com Deus e com seu semelhante.
O que diz aqui sobre o indivíduo manso é um eco de Sl 37.11,22,29,34. Portanto, a fim de sabermos o que se quer dizer pela expressão “os mansos”, faremos bem derivando desse salmo o conteúdo desse conceito. Ele descreve a pessoa que não se ressente. Ela não guarda rancor. Longe de seguir ruminando as injúrias recebidas, ela encontra seu refúgio no Senhor e confia-lhe inteiramente o seu caminho. Tudo ela faz em virtude do fato de que já morreu para toda pretensão de ser justa em si mesma. Ela sabe que não pode reivindicar qualquer merecimento diante de Deus (cf. Sl 34.18;51.17). visto que o favor de Deus significa tudo para tal pessoa, ela aprendeu a suportar com alegria “o espólio de seus bens... sabendo que uma herança melhor e durável a aguarda”(Hb 10.34). Contudo, mansidão não é sinônimo de fraqueza. A mansidão não consiste em falta de firmeza de caráter, uma característica da pessoa que está pronta a curva-se ao sabor de toda brisa. Mansidão é submissão ante qualquer provação, a disposição de sofrer dano ao invés de causá-lo. A pessoa mansa deixa tudo nas mãos daquele que ama e que se importa.
A bem-aventurança dos mansos consiste em que “eles herdarão a terra”. Em certo sentido herdam-na desde já, e isso por varias razões: a. por não darem a devida atenção ao seu próprio enriquecimento, mas, antes, em cumprir sua tarefa na terra; em outras palavras, ao buscar em primeiro lugar acima de tudo o reino de Deus e a sua justiça, “todas essas coisas” ( comida, roupa, etc.) lhe são graciosamente concedida como um dom especial (Mt 6.33). b. Sua própria mansidão os faz uma benção para seus semelhantes, alguns dos quais os abençoarão (Mc 10.30; At 2.44,45; 16.15; Fp 4.18). c. Talvez possuam apenas uma pequena porção desta terra ou de bens terrenos, porém uma pequena porção com a benção de Deus repousando sobre ela é muito mais que as maiores riquezas sem a benção de Deus.
Exceto num sentido muito formal e legal, um homem cuja alma é atingida pelo medo do juízo vindouro possui realmente seus bens terrenos? Ele os possui no sentido de desfrutá-los? Certamente que não! Não é ele quem os possui, e,sim, são eles que o possuem a ele! Uma comparação de duas passagens do livro de Isaías revela quem são de fato os que herdarão a terra:
“Tu Senhor, conservarás em perfeita paz àquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti”(Is 26.3).
“Para os perversos, todavia, não há paz, diz o Senhor”(Is 48.22).
Não são os homens do mundo, e, sim, são os mansos os que sabem que Rm 8.28 é a plena verdade. Portanto, eles – e somente eles! – são os que possuem a terra.
Entretanto, o cumprimento mais pleno da promessa está reservado para o futuro, quando, na volta de Cristo em glória, os mansos herdarão o novo céu e a nova terra, o universo renovado, e no qual habitará a justiça para sempre (AP 21.1).
Herdar a terra indica o seguinte:
a. O cidadão do reino tem direito, pela graça, e esta possessão.Justificar
b. Ele certamente a receberá como tesouro inalienável;
c. Ele precisará – e nem mesmo pode – ganhá-la por merecimento próprio
Das profundezas de sua consciência de pobreza espiritual, de seu pranto pelo pecado e de sua mansidão, os cidadãos do reino clamam a Deus pela plena satisfação de sua necessidade espiritual básica, ou seja,a justiça.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

SEGUNDA BEM AVENTURANÇA

MT 5:4

“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.”

De fato, Bem-aventurada é aquela pessoa que, tendo dito: “ Eu aqui pereço de fome”, segue dizendo: “Pai, pequei contra ti.” As pessoas choram por muitas razões: enfermidades, dor, luto, perda material, orgulho ferido, etc. No presente contexto, contudo, o que se vê é um tipo de choro basicamente diferente.
Não é necessário, contudo, limitar esse choro ao que ocorre em decorrência dos próprios pecados individuais de uma pessoa: aqueles pelos quais pessoalmente ofendeu a Deu. Esse tipo de tristeza pode ser deveras pungente(Sl 51.4). Sem dúvidas, porém, mais do que isso é incluso. O regenerado aprende a amar a Deus de tal forma que começará a chorar diante de “ todas as obras ímpias que os ímpios têm cometido de uma forma muito ímpia”(Jd 15). O seu pranto, pois, está centrado em Deus, não no homem. Eles “suspiram e clamam” não somente diante de seus próprios pecados, não somente ante a soma destes com o poder dos ímpios em oprimir os justos(Hb1.4; 2Tm3.12), mas por causa da transgressão do cativeiro”(Ez 9.4).Dilacera-lhes o fato de que Deus, o seu próprio Deus a quem ama, está sendo desonrado. Cf Sl 139.21. Esse tipo de tristeza – “para glória de Deus” – é também notavelmente expresso em Sl 119.136: “ Torrentes de água nascem dos meus olhos, porque os homens não guardam a tua lei.” Ver também Ed 10.6. Em um comovente capítulo, ao prantear e fazer confissão de pecado, Daniel combina seus pecados pessoais com o de seu povo (Dn 9.1-20). Ao proceder assim, ele roga “Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome” (v.19).
A poderosa onda de emoção que caracteriza a efusão do coração expressa em Sl.119 e Dn 9 se coaduna com o presente contexto, pois a palavra traduzida por chorar, na segunda Bem-aventurança, indica uma tristeza que emana do coração, toma posse da pessoa toda e se manifesta exteriormente.
A Bem-aventurança dessas pessoas consiste nisto: serão consoladas. A tristeza piedosa faz a alma olhar para Deus. Deus, por sua vez, confere consolo aos que buscam para si ajuda dele. É ele quem perdoa, liberta, fortalece e acalma (Sl 30.5; 50.15; Is 15.6,7; Mq 7.18-20; Mt 11.28-30). Assim as lágrimas, como as gotas de chuva, caem na terra e sobem na forma de flores(Sl 126.5; Ec 7.3; Jo 14).
Ás vezes o consolo consiste em que a própria aflição é removida(2Cr 20.1-30; 32.9-23; Sl 116; Sl 38; At 12.5 etc.). entretanto, com freqüência a aflição permanece por algum tempo, mas um peso de glória supera a dor (2Co 4.17; 12.8,9).
Pergunta: Qual é o seu consolo tanto na vida como na morte?
Resposta: Que eu, de corpo e alma, tanto na vida como na morte, não pertenço a mim mesmo, mas ao meu fiel Salvador Jesus Cristo que, com seu precioso sangue, fez plena satisfação por meus pecados e me livrou de todo o poder do diabo, de tal maneira me guarda que sem a vontade de meu Pai celestial nem um só cabelo de minha cabeça pode cair; antes, é necessário que todas as coisas sirvam para minha salvação. Por isso também me assegura, por meio de seu Espírito Santo, a vida eterna, e me faz pronto e disposto a viver doravante segundo a sua vontade. (2Tm 1.2; 4.7,8; AP 17.14; 19.7).




“Lembre-se, se algo vai mal em nossa vida, é porque não vamos bem espiritualmente”.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

BEM-AVENTURANÇAS

Mt 5.3

“Bem-aventurados (são) os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.

O mundo diz exatamente o oposto: “Bem-aventurados são os ricos”, etc. “Jesus diz: Bem-aventurados são os pobres, os que choram, os mansos”. Motivo a condição exterior de alguém poderia ser muitíssimo invejável; no entanto, no final ela se desvanece como um sonho. Deus jamais fez uma alma tão pequena que fique satisfeita com o mundo inteiro. Toda via, são eternos o estado interior e o caráter da alma. Cf. Lc.12.15; 1Co 7.31.
Entretanto, Jesus não proclama que essas pessoas são bem-aventuradas em virtude de serem pobres de bens materiais, ainda da que, em sua maioria, também o sejam. São chamadas de bem-aventuradas por serem pobres em espírito, não em espiritualidade, porém “com respeito a” seus respectivos espíritos; ou seja, são aquelas que se convenceram de sua pobreza espiritual. Tornaram-se consciente de sua miséria e necessidade. Seu velho orgulho foi quebrado. Puseram-se a clamar. “Ó Deus, sê propício a mim, pecador”(Lc 18.13). São de um espírito contrito e tremente diante da Palavra de Deus(Is 66.2; 55.15). Percebam sua total incapacidade(Rm 7.24), não esperam nada de se mesma, e, sim esperam tudo em Deus.
Deles – e tão-somente deles! - , desde agora, é o reino dos céus, ou seja, a completa salvação, a soma total das bênçãos que resultam quando se conhece Deus como rei sobre o coração e a vida. É deles mesmo agora, em princípio. Portanto, são declarados bem-aventurados.
O livro do apocalipse contém duas passagens vívidas que mostram, respectivamente: a) como pode alguém ser pobre embora se julgue rico, e b) Como pode uma pessoa ser rica em meio à sua pobreza. Jesus Cristo, o ressurreto e exaltado, o visitador da igreja, se dirige à insensível Laodicéia da seguinte maneira: 16 Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca;17 pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.(Ap 3.16;17).
Entretanto, ele se deleita com a igreja de esmirna, dizendo: “ Conheço as tuas tribulação (ou aflição), a tua pobresa, mas és rico”(Ap 2.9)
Como, pois, pode o pobre ser considerado rico? A resposta se encontra em passaens extemamente significativa, como: “tenho fartura” (Jacó a Esaú, Gn 33.11); e “todas aas coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”(Rm 8.28). _ara maior confirmação dessa glorosa verdade, ver Sl 23; 63; 73.23-26; 81.10; 116; Pv 15.16; 16.8,19; Jo 1.16; 14.1-3; 17.24; Rm 8.31-39; 1Co 3.21-23; 2Co 4.8; Ef 1.3; 1Pe 1.3-9; 1Jo 5.4; Ap 7.9-17; 17.14; 21.1-7.

Esta série de estudos sobre as bem-aventuranças foram extraidos do comentário do Novo Testamento de William Hendriksen; Mateus volume 1 (editora Cultura Cristã).

“Lembre-se, se algo vai mal em nossa vida, é porque não vamos bem espiritualmente”.



quarta-feira, 20 de agosto de 2008

O PECADO



PECADO Desvio moral do ser humano que o leva a uma conduta ofensiva aos olhos de Deus. O pecado impede o relacionamento com Deus. No AT há uma série de palavras que expressam o significado da palavra pecado: ação deliberada e enganosa, contrária à vontade de Deus expressa na Lei. O pecado se encontra em indivíduos, tribos e nações. A sua origem está na desobediência de Adão e Eva (Gn 3); os profetas o denunciaram e condenaram (Jr 9.3; Ez 4.6,17). Alguns sacrifícios estabelecidos na Lei (Lv 4.3; Nm 7.16) eram oferecidos para a expiação dos pecados. Deus enviou o seu Filho ao mundo por causa do pecado (Jo 1.29). Jesus, o Filho de Deus, é o amigo dos pecadores, os quais ele veio salvar (Lc 5.30,32; 7.34). Ele tira o castigo e neutraliza o poder do pecado (Rm 6.2; 1Jo 3.6,9; 5.18) pelo dom do seu Espírito (Rm 8).


Pecado, no original, significa errar o alvo. Pecado é erro, transgressão, iniquidade, contravenção, violação à lei de Deus, injustiça. E dessemelhança de Deus. Pecado é crime contra Deus. E orientação contra Deus (Sl 51.4; Rm 8.7). É transgressão da lei (1 Jo 3.4). A lei é o transcrito da perfeição de Deus. Por isso deve ser observada e cumprida para não macular a honra divina. Só Jesus a cumpriu (Mt 5.17; Jo 8.46; 7.19). O pecado já estava no universo antes da formação de Adão e Eva. Isso é evidente pela presença do tentador no Jardim do Éden. O ataque de Satanás foi contra a integridade e a veracidade de Deus, e a alegação por que seduziu foi que eles seriam tais como Deus, conhecendo o bem e o mal (Gn 3.5). Eva cedeu ao tentador o lugar que pertencia exclusivamente a Deus; cobiçou para si mesma as prerrogativas divinas. A disposição de confabular com o tentador e não ter reagido contra suas sugestões desvenda o processo que precedeu o ato de comer do fruto proibido. Aqui temos a origem do pecado. O pecado não se origina em ação ao acaso, mas procede do coração e da mente. Adão e Eva primeiro se alienaram de Deus, depois cometeram a transgressão. Mas, impelidos por sua própria concupiscência, caíram em tentação. O mandamento violado era a síntese exibida da autoridade, da bondade, da justiça, da fidelidade e da graça de Deus (Gn 2.16,17). A transgressão de Adão e Eva significou o repúdio à autoridade divina, a dúvida sobre sua bondade. Não apenas houve alteração na atitude de nossos pais para com Deus, mas também na atitude de Deus para com eles: reprovação, condenação, maldição, expulsão (do jardim) (Gn 3.13-19, 23, 24). A queda teve conseqüência não só sobre Adão e Eva mas para todos os seus descendentes. Houve uma solidariedade racial no pecado. Seus efeitos se estenderam até o cosmo: “Maldita é a terra por tua causa” (Gn 3.17). O homem, como a coroa da criação, é o vice-regente de Deus (Gn 1.26). O salário do pecado é a morte. Como todos pecaram, a morte passou a todos os homens (Rm 3.23; 6.23; 5.12; Sl 51.5). O pecado caracteriza:

1. Como um ato, é um transgredir ou ir contrário à lei de Deus (1 Jo 3.4).

2. Como um estado, é a falta de conformidade com Deus na mente e no coração.

3. Como um princípio, é rebelião contra Deus. É recusar fazer a vontade de Deus.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

MENSAGEM DE MEDITAÇÃO

Mentes grandes discutem idéias; mentes medianas discutem eventos e fatos; mentes pequenas discutem pessoas. Não podemos crer na total transparência das pessoas, é preciso aceitar que os outros tem segredos, regiões de solidão. A maior prova de amor é colocar-se a distância e não querer forçar a entrada. Deus dar alimentos a todos os pássaros; mas não os joga no ninho; Deus ajuda, mas também espera que você no mínimo faça a sua parte. Aquele que perde dinheiro perde muito; aquele que perde amigos perde muito mais; aquele que perde a fé pede tudo! Pessoas jovens e belas são obras da natureza; pessoas idosas e belas são obras de arte, e ambas são obras de Deus. Aprenda com os erros alheios, você não conseguirá viver tempo suficiente para cometê-los todos sozinho. A língua pesa praticamente nada, mas poucas pessoas conseguem segura-la. Amigos, eu e você, você trouxe outro amigo já formamos um time, e esse time não tem começo nem fim. O diferencial da vida é viver com amor e buscar diariamente o verdadeiro sentido de viver; ser feliz é está com Deus. Não espere um sorriso para ser gentil; não espere ser amado para amar; não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo; não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida; não espere o melhor emprego para começar a trabalhar; não espere a queda para lembrar-se do conselho; não espere! Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida; não espere encontrar a pessoa perfeita para então se apaixonar; não espere a mágoa para pedir perdão; não espere a separação para buscar a reconciliação; não espere a dor para acreditar na oração; não espere elogios para acreditar em se mesmo; não espere! Não espere ter tempo para servir; não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado; não espere ouvir eu te amo para dizer eu também; não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir; não espere o dia de sua morte sem antes amar a vida, ENTÃO O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A Caixa do Correio

Na África do Sul um homem recebeu um aviso do correio. Era um pacote. Tinha que pagar U$4,00 para retirá-lo.
Pegou o pacote, examinou-o, mas não conseguiu identificar o que tinha dentro. Não quis pagar os U$4,00. O pacote ficou 15 anos no correio.
A caixa era levada de um lugar para outro dentro da agência do correio. Muitas vezes era usada para apoiar os pés.
Até que um dia o dono da caixa morreu. A caixa foi então leiloada, mas ninguém queria dar nada por ela. Até que alguém resolveu dar um lance de U$0,50.
Ao abrir o pacote… Surpresa!!! Tinha dentro dele 15 mil dólares.
O que aconteceu com aquela caixa freqüentemente acontece com a Bíblia. A Bíblia é rejeitada como algo sem valor.
Mas há dentro dela uma riqueza de valor infinito: Jesus Cristo - A Vida Eterna.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

TEMPO PARA ORAR?

Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa(ora, havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças, diante de Deus, como também antes costumava fazer.(Dn 6:10)


Há muitas pessoas, hoje, que dizem por aí que não tem muito tempo para orar. O trabalho preenche tanto o seu tempo que não conseguem encontrar uma folga para falar com Deus. Eles estão tão ocupados que não conseguem pedir a Deus para que os livres das tentações cotidiana. "Estou tão ocupado" - insistem.

Lembro-me das palavras de um velho metodista: "Se você está muito ocupado cuidando de seus interesses a ponto de não teres nenhum tempo para orar, isso quer dizer que você tem mais trabalho em suas mãos para realizar do que Deus gostaria que tivese".

Olhe para Daniel. Ele fazia de tudo, ou quase tudo, no governo do rei Nabucodonosor. Ele era o Primeiro Ministro, o Secretário do Estado e Secretário do Tesouro, tudo estava em suas mãos. Ele tinha de executar todo o seu trabalho e ainda fiscalizar o de outros homens. Mesmo assim, Daniel encontrava tempo para orar- não só de vez em quando, não só quando ele achava que poderia gastar alguns minutos sem ter que prejudicar o seu trabalho; ele orava três vezes ao dia.

Como a tensão, os negócios e horários superlotados na agenda impedem nossas vidas espirituais? De que forma você pode tornar a sua vida menos atarefada e assim ter mais tempo para os seus momentos de oração?

Reflita


D.L. Mood